Parabéns, seu Capeta! 40 aninhos, né? (por Hpcharles)




E o Diabo atingiu a meia idade. Sem crises. Sem se coçar para comprar um carro esporte. Sem pagar pensão à ex-esposa. Parece que foi ontem que vi aquela “fofucha” vomitar verde. Mas faz 40 anos que o melhor filme de terror sobre o coisa ruim jamais feito, fora lançado.

E o chifrudo vai comemorar em grande estilo. Vai haver lançamento de Blu-ray fodástico, com versão do diretor, versão sem cortes, versão estendida e a versão do demônio, é claro...onde ele vence no final. O cara tem direito, porra! 

Teremos uma sessão especial marcando os 40 anos do filme em Smithsonian (Washington), no dia 30 de outubro, onde comparecerão Friedkin and Blatty. O quão legal é isso? Particularmente “daria minha alma” para estar lá.

A grande verdade é que durante todas essas décadas, mesmo com a ajuda de toda a tecnologia, C.G.Is. caríssimos e dinheiro a rodo, nenhum filme do gênero conseguiu fazer o que The Exorcist fez.

A história concisa, a maquiagem revolucionária, a tensão claustrofóbica criada dentro de um cômodo, o demônio fazendo uma inocente menininha de gato e sapato, tudo isso tornou o filme um clássico e fez muita gente dormir de luz acesa. E quando eu digo muita gente, acreditem...FOI GENTE PARA CARALHO!


No caso de o Exorcista sou fã demais e como é aniversário, não vou nem citar o que acho de ruim no filme, afinal não se critica aniversariante, ainda mais se o protagonista for o Diabo, não é mesmo? Mas seria muito pouca coisa a se questionar em um filme espetacular.

Não me entendam mal, bons filmes sobre o Sinistro foram produzidos nesses 40 anos, mas mesmo os que valem a pena, ficaram à sombra do filme baseado no livro de Blatty. A comparação vem em nossas cabeças instantaneamente e não há como se evitar, tal a importância do filme de Friedkin.

E por que será que isso ocorre? Por que será que é tão difícil bater O Exorcista? Cenas tão repugnantes foram feitas em outras películas. Terror descarado e demônio soltinho na vala em uma pá de produções. Efeitos especiais de última geração. Atores competentes escalados. Tudo isso já foi tentado. Por que será que não deu nem para esfregar o chão onde The Exorcist passou?

A meu ver porque a grande sacada do filme é a parte psicológica da história. Não é apenas a Linda Blair descendo as escadas "discostas", por mais tenebroso que isso possa ser. É também a frágil menina se urinando e dizendo a um astronauta que ele morreria no espaço. Não é só o pescoço girando, em uma cena que hoje em dia parece cômica(à época estava longe de ser), mas também a abordagem do demônio acerca da relação de culpa entre Karras e sua mãe. Apesar do apelo visual, de todo o grafismo, de todas as excrescências, O Exorcista também adere às nossas entranhas por um leque de motivos que são alheios às imagens. Este é o diferencial. 

- “WHY YOU DO THIS TO ME, DIMMY?”


Vejam bem, uma criança amarrada e implacavelmente molestada em cima de uma cama é algo terrível de se assistir, mas lembre-se do momento exato em que você viu o filme. Agora me diga se, antes mesmo de poder ver a tal cena, você já não temia pelo que encontraria dentro quarto. É isso. Suspense. Ultrapassa o terror gráfico. Você já se cagava antes de entrar no muquifo da possuída, diga a verdade. Antes de a porta abrir. Não era nem necessário ver a cena em si. Os cortes produzidos pela água benta eram apenas a cereja do bolo. Quando você assistia àquilo, já estava por demais assustado e a tensão atingia nível “pica das galáxias”.

É claro que o demônio fazia a parte dele. Mas não era apenas o que fazia, mas o que dizia e, acima de qualquer coisa, como dizia. Previsões sobre o futuro, frases em latim, os piores insultos, tudo isso em vozes guturais. Essa combinação cuidava de construir um quadro horripilante e destruía o que restava de resistência emocional no espectador.

Demon: What an excellent day for an exorcism.
 Father Damien Karras: You would like that?
 Demon: Intensely.
 Father Damien Karras: But wouldn't that drive you out of Regan?
 Demon: It would bring us together.
 Father Damien Karras: You and Regan?
 Demon: You and us.”

Querem curiosidades sobre o Clássico? Sem problemas, HP é gente boa.

Vocês sabem quem estava escalada por Friedkin para viver a mãe da Regan? Nada menos do que Audrey Hepburn. A Warner fechou com o diretor, mas a atriz só concordou em filmar se o filme fosse rodado em Roma. Não rolou como sabemos e o papel ficou com a Ellen Burstyn, que também só aceitou após lhe ter sido garantido que a frase “I believe in the devil” fosse retirada de seu texto. O que foi feito.

Mas a coitada da atriz não escapou de um dano permanente à sua espinha em uma cena em que fora jogada longe por sua filha possuída. Arrebentou seu cóccix em uma lesão que nunca se curou.

Max von Sydow foi outro que teve dificuldades. No primeiro dia de filmagem todas as suas falas tiveram que ser sussurradas por Linda Blair, vez que o experiente ator se mostrou de tal maneira impactado psicologicamente pelas cenas, que acabou por esquecer o texto por completo.


O frio causado pela climatização extrema do quarto foi outro problema. Os atores sofriam com o frio necessário para causar um genuíno "ice breath" nas cenas de exorcismo. Blair, a única a filmar à noite, não suportava mais a temperatura congelante.

Outra história interessante é sobre o livro. Willian Peter Blatty participou do quadro “You Bet Your Life” no “Groucho Marx Show” e ganhou U$10.000. Ao ser questionado sobre o que faria com o dinheiro, respondeu que pretendia usá-lo para escrever um livro. Pois é, olha o que deu. Ressaltando que na época em que escreveu O Exorcista, vivia de seguro desemprego.

O “teaser original” do filme onde se mostrava apenas o rosto embranquecido do demônio aparecendo piscando em um fundo preto, foi banido dos cinemas por ser considerado “too frightening”. Além do mais, os responsáveis pela avaliação de graduação de censura e restrição de idade nos EUA dizem que se os critérios aplicados fossem os de hoje, O Exorcista seria o filme com mais “R-rated” de toda a história.

Mais uma? Stanley Kubrick queria dirigir o filme, mas apenas se a produção também lhe fosse garantida. O que não foi aceito pelo estúdio por temer que ele estourasse o orçamento.

Outro fato interessante é que a escada ao fundo da casa em Georgetown era muito distante da janela do quarto de Regan, o que impossibilitaria evidentemente, que uma pessoa fosse arremessada e caísse sobre ela. A produção então adicionou uma falsa ala à casa, para que a tal janela ficasse supostamente, próxima às escadas.


Agora uma legal. O líquido que Regan vomitava sobre os padres durante o exorcismo era sopa de ervilha. Ocorre que a equipe tentou a da marca Campbell`s e não curtiu. Passou para a produzida pela a Andersen`s e.....yammyyyy! Só alegria.

Poderia escrever parágrafos e mais parágrafos sobre fatos interessantes que rondam essa produção, mas vou contar apenas mais um, porque é sensacional. Vocês sabiam que o famoso pastor evangélico Billy Graham alegou e pregou que um "VERDADEIRO DEMÔNIO" residia no rolo master do filme? Bom, não vou dizer nada. 

O que importa mesmo é que O Exorcista é tão bom, mas tão bom, que mesmo as pessoas que tem muito medo e que sabem que não dormirão bem na noite em que assistirem o filme, ainda assim não resistem à tentação. Vão que não passa nem alfinete com azeite...mas vão.

Para um cara como eu, cujo gênero predileto é o terror, e por tudo que vi e vejo nessa área, acredito piamente que O Exorcista nunca será superado. Algo de muito original deverá ser feito para isso e nem imagino o que poderia ser ou se seria possível, vide tantas foram as tentativas. Inclusive em sequências de fracasso retumbante.

Mas nem só de glórias viveu o filme. Muitas críticas foram feitas pela intensidade das cenas. Não é preciso ser brilhante para imaginar  a controvérsia que uma cena onde uma garotinha se masturba com um crucifixo causou em 1973. Gente...foi um doublê, ok? Mesmo para a simulação. Só para espancar quaisquer dúvidas, que nem deveriam existir.

O filme também foi acusado por alguns de ser uma propaganda da Igreja Católica e vira e mexe, leio algo nesse sentido. Eu mesmo que sou ateu, acho isso uma bobagem tremenda. Se assim fosse, a abissal maioria dos filmes com essa temática deveria também ser considerado "jabá". O Exorcista é entretenimento. E dos bons.

Li o livro, comprei o dvd, o dvd versão estendida, o Blu-ray director`s cut e aposto que gastarei meu precioso dinheirinho com essa edição de 40 anos que sai dia 8 de outubro nos EUA e deve estar....diabólica!


Para quem não viu (será que alguém não viu?!), não deixe para amanhã. Para quem já viu “trocentas” vezes como eu, está na hora de homenagear o “Canhoto” em seus quarentinha e ver de novo. Sim, novamente. Só porque é foda. Agradecer pelos sustos e pelas noites insones. Ele merece. E você sabe o que ele polidamente diria como retribuição pela homenagem, né?

-       “Your mother sucks dick in hell, you faithless slime!!!!”

Parabéns “O EXORCISTA”, você merece...seu Diabão!

"Demon: Do you know what she did, your cunting daughter?"


ATENÇÃO: TAÍ O TRAILER BANIDO. QUEM SE BORRA QUE VEJA POR SUA CONTA E RISCO. DEPOIS NÃO VENHA DIZER QUE FOI CULPA DO HP, ELE NÃO VAI PAGAR A CONTA DE LUZ DOS OUTROS. BOM, ESTÃO AVISADOS. 







Ray Fucking Donovan! (por Hpcharles)


Em posts anteriores eu havia dito que nesse ano, no mundo das séries, o que aconteceu de mais interessante foi a estréia de Bates Motel, de Hannibal e de House of Cards. Agora em agosto, mantenho essas indicações. No entanto seria injusto não colocar nesse pirão, a nova série da Showtime.

A série é intensa, intrigante e pesada "pacas". Digo pesada dramaticamente. Como é uma série feita para adultos, estão lá o sexo e a violência. Mas eles são incidentais. Não existe apelo nem para um e nem para outro. 

Em Ray Donovan, o incrivelmente subestimado Liev Schreiber - vulgo pai do Damien e irmão do Wolverine - faz um cara que resolve a parada, não importa quão difícil ela seja. Basta, é claro, que você tenha condições de pagá-lo. 

Nessa esteira, Donovan é tipo um gerente de banco. Está lá para resolver pica dos outros. Mas o faz com uma competência impressionante. É duro e até violento quando precisa e inteligente e cirúrgico quando assim se faz necessário. Ray não dá ponto sem nó. Sabe aquele sujeito que é melhor estar no seu time do que jogando contra você? Pois é. Mas o badass tem um pequeno problema. Um que ele não consegue destrinchar. A sua família.

E essa é basicamente a estória da série. A vida de um cara que soluciona as piores merdas no mundo dos ricos e famosos, mas que não consegue fazer o mesmo com as próprias. Trabalhando em conjunto com uma poderosa firma de advocacia, auxiliado por um "braço direito" pau para toda obra (Steven Bauer) e por uma "PR press agent" que não também não fica para trás (Katherine Moennig), Donovan vai desatando os nós que aparecem. O foda é que ele tem um nó de marinheiro, duplo carpado, "discostas", pica das galáxias, para desfazer. Ele se chama Mickey Donovan. Seu pai. 

O "véio" é foda. Bicho solto, cheio da marra e encarnado por um Jon Voight em forma, o cara inferniza a todos. Liberto da prisão após cumprir 20 anos de cadeia, ele aparece para cobrar antigas dívidas. E ao que tudo indica, elas não são financeiras.


Além disso, Ray é acometido pelos comezinhos problemas do cotidiano, evidentemente agravados pela natureza de seu trabalho. Precisa equilibrar e negociar a relação com uma esposa de personalidade forte e seus dois filhos adolescentes. Curiosamente, essas tarefas lhe parecem mais árduas do que as missões a que é submetido em seu ímpar ofício.

Problemáticos personagens secundários ajudam a manter a tensão e dão "liga" ao seriado, como seus irmãos. Um foi vítima de abuso clerical quando criança e se mostra absolutamente infantilizado e frágil. Outro dirige uma pequena academia de boxe, possuindo problemas neurológicos oriundos de uma sangrenta luta. O terceiro, que Ray nem sabia que possuía, é fruto de uma relação espúria de seu pai e tenta, infrutiferamente, conseguir algo lutando boxe.

Nesse meio permeia Donovan. Sempre introspectivo, com poucas palavras e focado em fazer seu trabalho. Certamente uma figura interessante de se assistir, em uma série que foi pouco falada e pouco divulgada por aqui. Aproveitem que poucos episódios foram ao ar e façam logo seu dever de casa. Vale a pena.

See ya when I see ya...


5 DICAS – Agora é a vez do Horror!



Bom, a temperatura está baixa por aqui, com chuva e neblina. Dia feio e sombrio. A previsão para este fim de semana não é mudanças nesse cenário. Como podemos melhorar isso? Pensei em HORROR! Sim, filmezinhos de horror básicos para a galera que fecha com o certo.

Antes de mais nada, aproveito para dizer para quem não assiste aos vídeos do Rock, Paper & Scissors (meu canal com a Tati sobre séries e filmes no Youtube), que este é meu gênero preferido. Por isso, escolher apenas 5 filmes para mim, não é tarefa fácil. Poderia aumentar essa lista para 20 e ficar mais tranquilo. Mas como pretendo fazer uma série de posts com 5 indicações (já fiz um de 5 filmes subestimados), “let`s stick to the plan”.

Queria ressaltar que não é unanimidade, a Tati por exemplo discorda, mas denomino como filmes de horror, apenas aqueles que envolvem o sobrenatural. Essa discussão ocorre porque frequentemente, tem gente que os considera como suspense. Isso pelo sentido das palavras terror e suspense, que evidentemente, dão margem a que se insira diferentes tipos de estórias. Então também estão certos. É que para mim fica mais fácil para ordenar a cabeça. Sendo assim, prefiro usar sub denominações, tais como: suspense policial, bloody disgusting, horror...e por aí vai.

Destarte, as 5 indicações envolverão, necessariamente, o sobrenatural. Mas tudo sem pretensão, como sempre. Não citarei nenhum clássico ou blockbuster do gênero. Apenas diversão legalzona para tomar uns sustos e ter desculpa para comer "junk food".

Here we go...

1 - Jeepers Creekers


Adoro esse filme! Estorinha meio caipira americana, muito interessante. O plot é simples. Bicho "feio da porra badass motherfucker do quinto dos infernos", aparece por 23 dias a cada 23 anos, para se alimentar. Só que de órgãos humanos. O puto é virtualmente indestrutível...e voa. Nesse primeiro filme, dois irmãos que esbarram em seu caminho, sofrerão as consequências de tal infortúnio. Para completar, ele gosta de uma específica musiquinha antiga. Sensacional, folks!

Não é preciso dizer mais nada. Diversão garantida. A lenda é bem contada e a a película bem produzida para um filme desse orçamento. Foi feita uma continuação dois anos depois que também é legal, podem baixar. 

Cantem comigo então: "Jeepers Creepers, where'd ya get those peepers?
                                            Jeepers Creepers, where'd ya get those eyes?"


2 - Soul Survivors


O filme está longe de ser espetacular, mas o diretor tenta, durante a estória inteira, nos fazer especular sobre o que é real e o que é imaginário. Quem nunca viu o filme talvez tenha uma surpresa. Sempre aventei que esse roteiro na mão de um diretor top, daria um excelente filme. Tirando isso, vale ver o Casey Affleck novinho, ainda sem ser o ator reconhecido que é hoje e, para quem curte séries, a sempre sexy Eliza "Dollhouse" Dushku.

Basicamente a parada versa sobre um trágico acidente de carro envolvendo um grupo de amigos na saída de uma rave. A partir daí, fatos bizarros e inexplicáveis acontecem. Assistam sem pretensão e sejam felizes.

3 - 1408


Filme claustrofóbico e assustador com John Cusack e Samuel Jackson sobre a porra de um quarto "evil as fuck". Se não viram, vejam. Se já viram, revejam. Simples assim. 

Nessa estória, Cusack é um escritor atormentado pela morte da filha e que passou a se dedicar a escrever resenhas sobre hotéis que seriam, supostamente, mal assombrados. Cético até o último fim de cabelo, recebe um curioso cartão postal com referência ao quarto 1408 em um certo hotel em NY. Ele fica intrigado e paga para ver.

As coisas ficam mais interessantes quando encontra sérias dificuldades para marcar um pernoite, pois o tal quarto está sempre indisponível, não importa a data em que seja requisitado. A partir daí é montanha russa. Se puderem, vejam no clima. À noite e sozinhos, para os que tem coragem.

4 - The Skeleton Key


"Child, I believe you broke my legs!" 

Filme fodástico envolvendo lendas, sincretismo africano e que vai te deixar com calafrios na espinha. Já vi umas 10 vezes. Sério. Tinha o dvd, comprei o Blu-ray e se encontrar uma camiseta da bagaça, eu compro. Sou fã. 

Aqui a Kate Hudson é uma espécie de "home care" e acaba por ter que cuidar de um senhor em uma sombria casa em New Orleans. Lá se encontra também, uma enigmática senhora, que é a esposa desse idoso a ser cuidado, vivido pelo competente John Hurt. 

Imediatamente a enfermeira se dá conta de que as coisas não são que parecem. Espelhos são proibidos na casa e algumas portas são inacessíveis. O filme é coeso, com um final incomodativo para quem assiste. Não há saída a se vislumbrar. Podem baixar sem medo.

PS.: A musiquinha tenebrosa do Papa Justify e da Mama Cecile habitou meu celular como ringtone durante um tempo e foi usada em um vídeo meu de música (http://www.youtube.com/watch?v=b8dXb0NPM5U). Só os fortes perceberam, rs. Ou seja, sou fã!

5 - The Woman in Black


Harry Potter meets The Others. Assisti essa película sem pretensão e curti muito. Clássico filme de fantasmas, que vai te dar uns bons sustos. A Tati me deu esse Blu-ray de surpresa e fiquei feliz como um pinto no lixo. Poucas coisas deixam o HP mais feliz do ganhar um Blu-ray de Terror. Corri para assistir em alta definição, vez que só tinha visto em um torrent vagabundo e o filme ganhou muito na versão HD. Para quem é entusiasta de filmes de assombrações, vale o investimento.

Mas o que importa é que Radcliffe é um advogado, que tem que inventariar uma casa em uma pequena cidade no interior da Inglaterra. E vocês não estão entendendo. A casa é assustadora. Tudo no filme remete ao fantasmagórico. O clima, a neblina, o isolamento, o que não é dito, apenas subentendido. Os filtros escolhidos ajudam, os efeitos são excelentes e em determinado momento você vai achar que o Harry Potter foi mais corajoso em passar uma noite naquela mansão assombrada, do que ao enfrentar qualquer vilão em sua famosa epopeia mágica.

:)

É isso. Quem se interessou prepare seu administrador de torrent e deixe tudo pronto para o fim de semana. Quem já viu, veja de novo...ou não veja. Mas aqui as indicações e as brincadeiras são apenas para sair um pouco do trivial e, de quebra, garantir alguns calafrios no estômago. 

See ya when I see ya...

Tirando do Baú #5: "Dicas musicais: As últimas aquisições da Tatiana/2"


Mais um vídeo da época em que eu ainda comprava CDs.
Bons tempos...

Hoje em dia, nem CD player eu tenho em casa, mas minha coleção de Cds está aqui. Não tenho coragem
(nem vontade, diga-se) de me livrar dela.

Enfim, neste vídeo mostrei uma compra só de coisas boas feita na Amazon.com.

Dentre os CDs comprados, estavam lá o Big Echo da banda Morning Benders (que é um disco espetacular, simplesmente um dos meus favoritos até hoje), o In Rainbows do Radiohead (uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos, cujo show em São Paulo eu perdi porque no dia seguinte eu teria minha aula monitorada de manhãzinha na escola em que eu tinha acabado de entrar - e na qual eu estou até hoje - achei melhor estar acordada pra tal da aula monitorada, veja bem...), o incrível The Suburbs (disco triste que só...) do Arcade Fire, mais uma banda fod@, e um EP da banda Beirut que contém uma das minhas músicas preferidas de todos os tempos que é a "Elephant Gun".

A iluminação deste vídeo não estava lá esssas coisas, então eu resolvi testar os filtros que o YouTube disponibilizava na época (nem sei se eles ainda existem...), e o resultado foi este aí - o vídeo ficou mais estranho ainda. Lembro de ter tentado voltar à iluminação original, e de não ter sido possível, mas, tudo bem - filtros do youtube, nunca mais.

Veja o vídeo do Beirut (certeza que seu dia vai ficar mais feliz ;)

Veja o show de lançamento do The Suburbs no youtube:


;)

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