Afinal, quem tem cacife para falar de Literatura?

Papo meio sério para um domingo, eu sei.
Assista ao vídeo, reflita, não deixe de conferir os demais vídeos indicados, compartilhe e deixe sua opinião ;)


PS: Entendo que o comentário no vídeo citado pode (e deve) ter sido apenas um comentário infeliz e/ou mal formulado - mas é o tipo do comentário que vai fazer a gente pensar e se posicionar, não tem jeito...
De qualquer forma, o comentário despertou a vontade de questionar e discutir sobre Preconceito Literário.
Este é o propósito do vídeo ;)

Vídeos indicados:
Juliana Gervason fala sobre Preconceito Literário

Patrícia Pirota fala sobre Preconceito Literário

20 comentários:

  1. Concordo plenamente com você Tati. O que eu acho engraçado é que muitas vezes a pessoa que fala que alguém não tem cacife pra falar sobre certo livro é a mesma que depois reclama dos preços do livros e da elitização da leitura!

    Comecei um blog agora sobre livros e acho que vou fazer um texto sobre esse assunto!

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  2. Tatiana,

    Concordo com você. Aliás, sou grande entusiasta do blog como mídia, mas principalmente como um espaço para compartilhar ideias. Sou jornalista e adoro ler resenhas, mas recorro mais frequentemente aos blogs que às revistas e jornais. Isso porque raramente me acho naquelas críticas cheias pretensão que saem por aí. Têm seu valor, mas estão mais preocupadas em contextualizar um livro na obra do autor do que dizer, na lata, se vale a pena comprar.

    Adoro suas resenhas e te acho mais do que qualificada para falar de livros. Fala de literatura quem lê; de cinema, quem vê filmes; de música, quem ouve. O Luis Fernando Verissimo é a minha Sylvia Plath - e, pior, é hoje é associado às massas por ter vendido muito, o que supostamente diminuiria seu valor (lado bom: não se matou e ainda lança livros!). Numa época em que qualquer frase piegas ganha uma assinatura de Verissimo no Facebook, e 25 livros depois, por que não dizer que eu sou uma conhecedora do assunto?

    Acho que essa discussão passa por outra questão (igualmente importante): quem decide o que vale a pena ser lido? Quem determina que David Foster Wallace tem mais peso que John Green? Estamos cada vez mais sujeitos à imposição de que se tem de ler, ouvir ou assistir isso e aquilo. Se por um lado essas listas nos levam ao encontro de surpresas agradáveis, por outro nos condicionam a um só conceito, quando há tantas opiniões e gostos no mundo.

    Confesso que estou muito interessada nesse livro de ensaios do DFW. Nunca li nada dele, mas acho que muitos brasileiros estão se interessando pelo cara por causa do Jonathan Franzen, que fala dele em alguns ensaios de Como ficar sozinho. Comprei o Infinite Jest, que está a caminho e ainda está sendo traduzido pela Companhia das Letras, então pretendo ter o meu primeiro contato com o autor em breve.

    De qualquer forma, independente do livro, acho que esse tópico pode dar pano pra manga...

    Parabéns pelo blog.
    Beijo!

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  3. Oi Tati, boa noite!
    Então, já não bastam as trolladas, agora nos surge essa "censura"? É óbvio que não existe embasamento algum nessa ideia de cacife para discutir tal assunto, até por que, se seguirmos bem a risca tal ideia, não devem existir vídeos amadores, pois estes devem ser feitos por cineastas... concordas?
    Literatura, antes de uma ciência, é um hobby! Vivemos num país livre em que as nossas opiniões podem ser dadas; aceita-as quem concorda.
    Adorei o vídeo. Já na expectativa pelos próximos!

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  4. PERFEITO! Concordo plenamente com você.
    Abraços

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  5. Não vou deixar de assistir ao seu vídeo. Tô indo pro youtube!

    Beijos.
    Páginas na Estante
    @pginasnaestante
    Adorei o novo layout!

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  6. Vivemos em uma sociedade democrática onde a liberdade de expressão faz parte das nossas vidas, e assim, faz parte da essência do cidadão. Desta forma, devemos aprender a dar nossa opinião e aprender a receber criticas de uma forma tolerante e sadia (o que de fato não vemos por ai, uma pena!). A literatura é universal e é passível de discussão para aqueles que dominam a palavra, ou seja, os únicos que não tem direito de falar sobre ela são os analfabetos. Eu domino as letras e a fala, portanto, posso falar sobre literatura, pois, como já foi dito, é um direito inerente. Mas a discussão, de fato, está na relevância da opinião entre um e outro. Particularmente, escuto e leio o argumento de todos, mas, obviamente, isso não significa que concorde com todos. O que geralmente acontece é que as opiniões se complementam, pois, cada um tem uma visão de mundo diferente, e um livro, ou filme, ou qualquer outra forma de arte, é uma forma de expressão e, portanto, sujeito a diferentes formas de interpretação. Estão ser mais ou menos qualificado em teoria literária não significa que sua visão seja mais relevante dos que não tem. Significa que devemos respeitar e avaliar com cuidado suas opiniões, atitude que devemos, sem preconceito, dedicar a todos. Em resumo, devemos considerar todos como iguais e respeitar a liberdade de expressão e opinião, e alimentar apenas o debate amistoso e enriquecedor.

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  7. Respondendo suas perguntas:
    1) Ninguém determina se a pessoa tem "cacife" ou não para falar de assunto algum. Se alguém, com conhecimento sobre determinada questão, decide expor suas opiniões, a pessoa está fazendo exatamente isso, está expondo suas opiniões. Não é necessário ter "cacife" para isso.

    2) Não, as pessoas não podem falar sobre literatura sem ter conhecimento sobre teoria literária. Simplesmente por isso não ser possível. Para se falar de literatura (literatura de verdade) TEM de saber o que é a teoria da literatura e compreende-la.

    3) Eu acho que o número de obras que a pessoa tem de determinado autor, não dá a ela cacife superior ao de alguém que tem duas obras deste mesmo artista. Com exceções, é claro. Mas o que determina o "cacife" é a forma como a pessoa pensou e compreendeu em relação aquela obra (e aqui se encontra o conhecimento sobre teoria literária).

    Bom, aqui está a minha opinião. Posso estar errada. Porém, gostaria de dizer que você é incrível, Tatiana! Seus vídeos me fizeram (e fazem) conhecer tantos novos mundos que posso explorar... E espero ter a mesma opinião que você tem sobre os livros de Anne Rice, afinal, tenho 15 anos e você leu "Entrevista com o Vampiro" aos 15, certo? :D beijão e parabéns!!!

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  8. Na minha humilde e modestíssima opinião, quem tem cacife para falar de literatura, simplesmente, é quem lê. Quem lê desenvolve senso crítico, escreve melhor, e com toda certeza pensa muito mais concatenadamente. Quase morri ao ler a revista Veja desta semana, uma matéria que fala sobre a filha do bispo Edir Macedo. Lá no meio da matéria tem o depoimento de uma mulher de 23 anos dizendo que nunca tinha lido livro algum, e amou ao ler o livro da herdeira da universal. Sério, aos 23 anos, e nunca leu um livro todo....??? Sério??? Sinto julgar os outros, mas essa pessoa não tem cacife nenhum para falar sobre literatura. Mas, se este foi o início para o interesse literário, fazer o que né... Tomara que continue lendo.
    Um certo autor brasileiro, o qual não me recordo no momento, disse certa vez: Leia, simplesmente leia. Não importa se é receita de bolo, revista em quadrinhos,... leia. A leitura é um daqueles vícios ótimos de se incentivar.
    Bjos e amo seu blog.

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  9. Oi Tati.
    Eu acredito que só possui cacife para falar de literatura quem lê, afinal lemos apenas para internalizar ou compartilhar também?
    Não sou contra aqueles que queram ficar somente para si, mas eu acho tão interessante ouvir a opinião dos outros...
    Sempre venho ao teu blog e vejo teus vídeos, embora meu gosto literário não seja 100% igual ao teu, mas é muito importante conhecê-lo.
    Eu também escrevo no meu blog sobre vários temas e inclusive sobre os livros que eu leio.
    Sou formada em Filosofia e atualmente faço Pedagogia, eu passei em Português/Literatura, mas não cheguei a fazer a matrícula, mas não acho que sou tão alienada a ponto de não conhecer literatura ou sua teoria. (Desta forma, então só poderei ler um livro depois que eu possuir uma graduação em literatura? Do contrário, não entenderei nada?)
    Às vezes, um amigo nos influencia mais do que um professor, e você faz a parte "de amiga" via internet para muitas pessoas. Já li vários comentários de pessoas que começaram a ler por causa de teus vídeos, quer algo mais importante do que isto?
    A leitura não é obrigação e nem castigo, o ato de ler deve ser um prazer, existe muitos estudos sobre a abordagem escolar na literatura, que fazem com que o aluno fique com ódio e não apaixonado pelos livros.
    Continue fazendo teus vídeos e fazendo muitas pessoas se apaixonarem pela literatura, teu ato é conduzir, e conduzir para algo bom.
    Leiam e opinem, temos que ser críticos, chega de senso comum neste país...
    Um abração Tati
    Um abração para todos que te "visitam".

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  10. Com o fenômeno dos 50 tons eu percebi algo interessante, foi muito fácil encontrar pessoas que não leram os livros, mas falavam muito mal dele, me deu a impressão de que preferiam falar mal que admitir a não leitura do mesmo, isso me fez pensar uma coisa: A cultura média do brasileiro tem as palavras ignorante e medíocre como xingamentos e não pelos significados que se encontra no dicionário. Quanto a sua pergunta “Quem tem cacife para falar de literatura?” eu olho para a cultura de hipervalorização do diploma, se somos brasileiros e somos autodidatas somos inferiores, superior somente os “doutores”. Quanto ao que falei sobre os 50 tons me lembrei de um caso interessante: uma vez assisti uma entrevista da Márcia Tíburi com o Jô Soares de 2008, e eles comentavam sobre alguns livros que ao serem lançados eram muito bem avaliados pela “critica literária” (não sendo este seja o caso dos 50 tons), mas que a partir do momento em que se tornaram Best Sellers começaram a ser taxados pelos mesmos críticos de literatura inferior. E acho que agora me deu branco dos outros argumentos que eu tinha para comentar, quando eu lembrar eu volto. Beijos.

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  11. Tatiana, descobri seu canal no YouTube recentemente e gostei tanto que em duas ou três semanas já tinha visto todos os seus vídeos! Parabéns pelo trabalho. Gostei muito deste vídeo em especial, tanto que é meu primeiro comentário aqui. Você disse que queria saber outras opiniões, então fiz um breve comentário e divulguei seu vídeo na página do meu blog no Facebook. A publicação é esta: https://www.facebook.com/insensoblogliterario/posts/437453079670001 Um abraço e, mais uma vez, parabéns.

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  12. Oi, Tati. Adorei a discussão! Estou começando um blog sobre livros e achei muito pertinente o tópico que você aborda.
    Sou formado em jornalismo, mas isso não me qualifica para criticar ou não alguma coisa. Acho que a qualificação para expressar algo vem do bom senso e da maturidade.
    Acredito que independente de conhecer todas as obras de um autor, poder opinar sobre suas impressões a respeito de determinado livro, crônica ou poesia é um direito que assiste a qualquer um. Buscando, claro, fundamentar a opinião. Dizer "não gostei de livro tal" ou "gostei do livro tal", sem explicar o motivo não é válido, pelo menos para mim. Quando leio resenhas em blogs ou assisto a vídeos que falam sobre o assunto, busco pontos que me fariam ou não gostar daquele livro. Se eu achar compatível, ótimo, caso o contrário, próximo da lista.
    Quantas vezes eu mesmo não li um livro duas vezes e tive opiniões distintas sobre ele.
    Enfim: todos nós temos cacife e somos livres para opinar. Quem quiser que nos leia ou nos assista. A internet, afinal, te dá uma infinidade de opções e cada um faz o que quer.
    Parabéns pelo blog.

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  13. Bom, tudo o que eu tinha para comentar sobre o assunto deixei em minha crônica mais recente. Você levantou a discussão e achei justo responder no meu blog, pois concordo em grande parte com você. O que me deixou feliz foi esse visual aqui, feito pela Luciana que é muito querida e o selinho que eu fiz contra a propaganda velada em blogs está lá embaixo - então poxa (que coxa), que honra, Tatiana!
    Obrigada por leituras tão preciosas, opiniões concretas e discussões sérias que precisam ser levantadas, como essa.
    Abraços.

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  14. Oi Tati! Pois olha, vou fugir um pouco de suas perguntas, mas por questões que creio justifcam as mesmas. É muito comum ver pessoas com opiniões bem distorcidas sobre determinados livros, em especial clássicos, por falta de algum embasamento de proposta literária, público alvo, momento em que foi escrito. Não quero dizer que todos tenham obrigação de gostar de um livro, apenas pelo fato de ele ser um clássico, por exemplo, mas acho uma pena quando deixam de lado o porque de determinado livro ser o que é.
    Com o tempo qualquer pessoa que leia com uma certa frequência vai criar não só critérios, como também alguma propriedade no assunto. Conheço algumas pessoas que estudam letras que me contam que fazem trabalhos e provas estudando em resumos de livros, pela falta de tempo de ler tudo o que tem que ser lido. De modos que creio que de repente um leitor comum pode sim saber mais que algumas pessoas que se dizem "profissionais" -- atente que não estou generalizando. Tudo depende de até onde você se baseia antes de ler um livro e o que aprende com ele no final da leitura.
    Quanto ao preconceito literário, ele existe, e por mais que a gente chame a atenção dos outros, até nós mesmos temos nossas resalvas de livros/escritores que julgamos de qualidade inferior à outros e vira e mexe acabamos por fazer algum comentário maldoso. Somos humanos, afinal de contas.
    Enfim, fechando o assunto, creio que tem cacife toda e qualquer pessoa que quando vai falar de um livro não se prenda apenas à observações superficiais, seja por falta de informação ou por simples gosto pessoal. Como você já disse em um video, se não me engano sobre Ulysses, certos escritores não escreveram para serem lidos de forma fluída/fácil/comum. Agora fica a disposição de cada um pesquisar esse tipo de informação antes ou durante a leitura, pra ter noção de onde está se metendo.

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  15. Cacife para falar de alguma coisa? Como assim? Com relação à leitura? Quem disse que tenho ou não? Dentro de minha profissão tenho cacife para dizer, por exemplo, que o livro “Cem anos de solidão” vai ser encontrado na localização 860(861)-3 G216c 39.ed. pois ele é um Romance Colombiano e por vários outros determinantes que agem dentro da biblioteca onde trabalho, mas nada me qualifica (ou me dar o cacife) para julgar a opinião de seja lá quem for sobre a obra... minha opinião é que todos que leem, e graças a Deus que leem, podem falar sobre o que acharam, quais foram suas impressões sobre a obra, a escrita do autor, a fluidez do enredo e etc. basta ler. É o seu ponto de vista, você pode gostar ou não de um perfume e falar sobre isso sem ser um especialista, você pode ou não gostar de um filme e falar sobre isso sem ser formado em comunicação social, ser cineasta ou coisa do tipo, é sua opinião, com livros é a mesma coisa, e já respondendo a segunda pergunta que a Tati fez, ninguém precisa ter conhecimento literário para falar sobre leitura, basta ler. O habito da leitura deve ser cada vez mais cultivado e difundido, um país evoluído é um país de leitores, o livro é uma janela para o mundo, um passaporte para o imaginário, parabenizo a todos que cultivam esse hábito, e ainda mais aqueles que têm coragem (queria ter essa coragem tbm) de se expor aqui no youtube e falar sobre suas leituras suas impressões, mostrar seus livros, trocar figurinhas, parabenizo a você Tatiana pelo canal, ao Luiz do “Ler ou não ler”, a Pâm do “TVGarotaIt” dos meninos do “Cabine literária”, e tantos outros, que cultivam e difundem o maravilho habito da leitura.
    “A leitura engrandece a alma.”(Voltaire)
    E puxando um pouco a sardinha pro meu lado, parabéns a todos os bibliotecários pelo sua dia:
    12 de março – dia do Bibliotecário

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  16. Este comentário foi removido pelo autor.

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  17. Não fui com a cara do vídeo assim que vi o título, que comunica que existe cacife pra falar de literatura. Só persisti assistindo porque já conheço outros vídeos seus e te acho sempre pertinente, mesmo quando discordo.

    Primeira questão: Quem determina quem tem cacife pra falar ou não de literatura é o que se ofendeu com a crítica: Alguém que te julgou sem cacife pra discutir só o fez por discordar de você. Se ele concordasse, dificilmente contestaria sua competência crítica e te enxergaria (apenas, talvez) como simpatizante da opinião dele. A questão do cacife, então, não existiria.

    Segunda questão: Sou estudante de Letras (e pretendo seguir estudando as teorias literárias) e creio que a nível de discussão popular ("não-profissional") cada um fala o que quer. E a coisa mais inteligente que quem não gostou pode fazer é ignorar e não perder seu tempo nem pensando, nem respondendo aquilo.

    Acho, no fim, que 1. todos tem direito de falar sobre literatura, e 2. a questão maior não é censurar quem fala, mas sim escolher bem quem se ouve. Eu, pessoalmente, ouço todos e sou extremamente convencido… Por BONS argumentos, partam eles de um pedreiro ou de um livre-docente na literatura em questão.

    E não venham me criticar por julgar (a qualidade argumentativa literária de) um pedreiro. Creio que todos os leitores que de fato me interessam não fariam isso.

    Perdão por carecer de clareza. Estou bêbado. Seguirei acompanhando o canal. Abraços.

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  18. Oi, Tati (: Amei o seu vídeo e concordo com você! Fiz até um post no meu blog - http://myfavoritebook-mfb.blogspot.com.br/2013/03/afinal-quem-tem-cacife-para-falar-de.html - falando sobre isso, achei bem digno comentar e até, de certo modo, divulgar.
    Beijinhos, flor =**

    Brunna Carolinne - My Favorite Book - @MFBook
    http://myfavoritebook-mfb.blogspot.com.br/

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  19. Puxações a parte! Melhor e mais completo blog literário que já vi. Ps: My opinion, Haters, Don't suck!

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  20. Ótimo vídeo e acho super válido abordar esse assunto, resolvi responder as suas perguntas em um post ( http://coisasfrageiis.blogspot.com.br/2013/04/preconceito-literario.html), caso queira conferir.
    E ah, adoro seu blog e obrigada por servir de inspiração para tantos outros <3

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