os fantasmas da Clínicas

e a Tatiana está participando d' um treinamento numa escola excelente - conseguirá essa criatura finalmente tirar o pézinho da lama?...

Só sei que tem chovido todos os dias em São Paulo.
e não dizem que quando acontece alguma coisa realmente dificilo de acontecer, chove?
então, pode continuar mandando chuva, são pedro.
***
aí eu desço todos os dias na Clínicas.
uma estação de metrô bem sinistra, se você pensar que parte dela fica sob o Cemitério do Araçá (tou precisando ir visitar esse menino Guga...), outra parte sob o IML e uma das saídas é bem de frente pro Hospital das Clínicas...
aí eu que sou anormal fico imaginando a alegria constante que deve ser a vida da pessoa sensitiva que passa por essa estação todos os dias...
e a quantidade de energia negativa que paira no ar...
só sei que tenho me obrigado a ter happy thoughts quando tenho que passar por lá ;)
fotos:
saída da Teodoro Sampaio, rumo à Cardeal Arcoverde...

o cemitério (num dia cinza, que é pra alegrar o coração...)

calçada do IML (esquina da Dr. Arnaldo com a Teodoro)

e será que se compra flores pra dar de presente pras pessoas vivas nessas banquinhas de flores de cemitério?...

wouldn't it be nice?...


um, dois, três, AGORA!!!!

os embaços de sábado à noite


Você não tem culpa se me sinto sozinha (embora eu goste de pensar que tenha...)

mas devia ser...


ensinamentos de mago merlin

"A melhor coisa a fazer quando se está triste é aprender alguma coisa. Essa é a única coisa que nunca falha. Você pode ficar velho e trêmulo em sua anatomia, pode passar a noite acordado escutando a desordem de suas veias, pode sentir saudade de seu unico amor, pode ver o mundo ao seu redor ser devastado por lunáticos malvados ou saber que sua honra foi pisoteada no esgoto das mentes baixas. Só há uma coisa para isso: aprender.

Aprender por que o mundo gira e o que o faz girar. Essa é a única coisa da qual a mente não pode jamais se cansar, nem se alienar, nem se torturar, nem temer ou descrer, e nunca sonhar em se arrepender. Aprender é o que lhe resta."

OBS: linha de pensamento recorrente por aqui (vide link)

***

nada a ver, mas lembrei duma letra do Renato Russo pra uma música chamada "Fátima" ("vocês esperam uma intervenção divina mas não sabem que o tempo agora está contra vocês...") que se não me engano ficou com o Capital Inicial quando da partilha do material do Aborto Elétrico.

tem lá um trechinho que ele diz " vocês são Merlins, pensam que são reis".

Tô discordando, seu Renato.
Ser Merlin é muito mais legal.

(ps: eu sei que o certo é "vermes"...)

comparando...


Então eu terminei de ler (de novo) o primeiro livro das Brumas de Avalon.

Resolvi então finalmente ler o primeiro volume da saga "O Único e Verdadeiro Rei" do senhorzinho simpático T.H. White, o "A espada na Pedra" (comprei os 5 livros há uns 2 anos, já tava na hora de tomar vergonha na cara).

a intenção é intercalar aqui um volume das brumas, um do eterno rei (só que as brumas são 4 e o eterno rei são 5... mas tá)
Bom, os dois primeiros librinhos tratam do mesmo assunto: o "surgimento" do Rei Artur.
No primeiro (A Senhora da Magia) a história, que é contada do ponto de vista das grandes personagens femininas, começa muito antes do nascimento do rei, quando seus pais ainda nem se conhecem e toda a tracatinta de Merlin e Viviane (ambos de Avalon) para conseguir unir os dois, e só então o pimpolho nasce. A mãe dele já tinha uma filha do primeiro casamento, Morgana.
O livro segue mostrando a infância dos meio-irmãos, a separação (ele vai ser criado por outra família nobre pra evitar problemas do tipo ser morto e deixar o reino do pai às moscas depois que este morre, e ela vai pra avalon ser sacerdotisa)
O dois se reencontram muitos anos depois, sem se reconhecer, durante um festival celta
Morgana engravida do próprio irmão e não conta a ninguém.
O livro termina após a coroação do Artur (o Uther morre e ele só fica sabendo que era filho do rei e não bastardo do pai que o criou después), e com a Morgana decidindo se faz um aborto ou se foge de Avalon e vai ter o filho longe.
O segundo (A espada na pedra) é praticamente um livro infanto-juvenil.
Escrito com linguagem ingênua, chega a ser cômico em diversas passagens.
Esse primeiro livro da sala do ùnico e Eterno Rei serviu de base pro filmitcho da Disney, o "A Espada era a Lei".
Todos os personagens são fofos (menos Uther, um tirando na versão de White, e que só é citado por vezes).
Aqui a história começa com Merlin encontrando Artur, um bastardo de um grande Lorde. Merlin vira seu tutor. O que o menino aprende com ele é principlamente respeito à vida, amor ao próximo, humildade, coisas do tipo.
A lições são dadas enquanto Merlin transforma o menino em diferentes animais, e assim ele aprende suas características mais importantes (força, destreza, etc, etc), tudo mascarado, com cara de "História Natural".
O ponto alto das lições é quando o menino é transformado em texugo (sim...), e o Texugo mestre explica ao menino a origem do homem - tem que ler, não vou contar (vai que alguém tá lendo isso...).
Bom, a premissa aqui como o titulo do livro já diz é a de que após a morte do Rei Uther Pendragon, será rei aquele que conseguir tirar Excalibur da pedra.
O Artur, já crescido, consegue tirar a espada, Merlin conta a ele que na verdade ele era filho de Uther e a história acaba quando da coroação do novo Rei.
A principal graça do livro é que o autor usou de anacronismos por toda a história, usando principalmente a personagem de Merlin, que segundo o livro já viveu no futuro. Então tem coisas engraçadinhas tipo Merlin tirando férias no Rio, usando óculos de grau, ensinando teorias da filosofia moderna pro Artur, os reis bebem vinho do porto, os filhos do rei vão pra faculdade, e coisas do tipo.

minha opinião sobre o livro 1 das Brumas: É perfeito, já falei em algum post aqui. E apesar de toda a coisa mística da Ilha de Avalon, a narrativa segue uma linha do tempo.

minha opinião sobre o livro 1 do Eterno Rei: Uma graça. Crianças, párem de ler Harry Potter, leiam A Espada na Pedra. Este livro foi escrito em 1938 e é precursor de qualquer coleção de livros. Tolkien e C.S. Lewis chupinharam muuuita coisa do T.H. White.

Johnny Depp de Chapeleiro Maluco

E Alice é a Mia Wasikowska (a mina mala/bipolar/ dos braços quebrados do sensacional InTreatment da HBO ( E Gabriel Byrne ganhou Golden Globe)



muito medo de Alice in Wonderland by Tim Burton.

só em 2010.

hoje acordei assim:


é, não deu muito certo...

o negócio vai ser escrever lá e digitar aqui.

ou talvez se eu tivesse ligado o flash da máquina...hum...

dear diary:



Aí eu estou lendo As Brumas de Avalon de novo...

Livro preferido da vida, que eu li pela primeira quando tinha 13 anos, nas férias de julho.

Os 4 volumes eram da minha irmã mais velha e toda a mulherada da casa já tinha lido (os livros já estavam velhinhos, gastos, amareladinhos, capa descolando, aquela coisa...), e eu de férias, nada pra fazer (toda uma vida de nada pra fazer nas férias hein pessoal...), resolvi ler também.

na época foi a coisa mais sensacional que eu já tinha lido.

devorei os 4 volumes naquele mês (dá uma média de um livro por semana, hein, vai vendo...)

eu queria ser Morgana de to-das as formas (despiroquei, comecei a estudar wicca (no comments, please), aprendi a ler tarot (leio até hoje. pra mim mesma. nunca pros outros. aliás, coleciono tarôs.), e ó, eu podia estar roubando, eu podia estar matando...

mas então, achava Morgana o máximo, Lancelote É o homem mais sensacional da história (até hoje quando vejo uma pessoa do sexo masculino sensacional penso: "olha, praticamente um lancelote...") - Não confundir jamais com Richard Gere, hein? Filme mais horrível da história, e RG de lancelote não confere em absolutamente em nada com a descrição de Marion Zimmer Bradley...

E Artur é meu herói preferido de todos os tempos.
Que Homem Aranha, o quê
Batman? humpf...

Artur é o cara.
Mas tá, estou relendo agora, 14 anos depois.
Estou quase terminando o primeiro volume - continua sendo sensacional.

Claro que algumas questões de violência sexual ficaram de fora do meu registro de menina de 13 anos, e questões históricas dos saxões invadindo a Bretanha sofreram um delete básico, mas tô encantada com a história de novo.

Brumas de Avalon = AMOR

tentativa de postar vídeo

lembra que eu falei do cão que se esfrega like there's no tomorrow na cama das pessoas?...

então, je vous présente...

video...Bilu - o cão.

ps: a idéia era colocar de fundo a spin the black circle do pô djam, mas sou leiga.

emagrecendo horrores, hein...

capaz de ser desidratação por causa do calor.

mas não desisti do livro!

pelo contrário, chegamos ao capítulo 2 ( não que eu tenha obedecido ao capítulo 1, aquela história das páginas matinais, durou 3 dias, mas pretendo voltar assim que.) que trata do exercício mais confissões de adolescente de 2009 - adquira e mantenha um diário.
("Hoje o Juquinha me deu uma bala. *cola papel amassado da bala com cola pritt*")

Aí tá, tudo é válido.

Hoje fui fazer teste numa escola X em São Caetano. Na volta pra Diadema, minha terra, resolvi dar um pulo no shóps de São Bernardo. (Eu + coração vermelho + ABC) . Lá, fui ver se achava diários e afins nas lojasamericanas.

e achei o caderno perfeito!!! é grande, é universitário, 200 folhas, marr num tô nem aí:


- capa mais fofa do mundo!

- adesivos

- recheio

(o caderno tá em cima da minha Reina Madre de forro fofo)
mamãe, quero ser fofa.

Agora quero ver carregar esse trambolho pra cima e pra baixo...

Sobre as férias e o porquê de todos se divertirem a valer menos a Tatiana

Porque eu moro em Diadema, porque eu larguei meu emprego no final do ano passado quando estava deprimida e agora lascou-se - Tatiana desempregada em plena crise mundial: se mata - , porque minha mãe (que nem sonha que estou desempregada) não me deixa quieta no canto, porque eu queria qualquer outro emprego da face da terra, mas só me chamam pra fazer entrevista em escolas de idioma, porque eu não curto sol de rachar uma vez que eu sou transparente (brancos são os outros, os normais, aqueles que tomam um solzinho incidente de vez em quando), porque se eu tomar sol viro um pimentão dolorido, porque não curto praia, muito menos transito insuportável em carro abafado, porque meus vizinhos, que aparentemente também estão de férias (ou são desocupados, mesmo, we never know...), curtem funk carioca, forró, axé, pagode e afins a todo volume (como se ouvir musicas assim tão legais sozinho fosse egoísmo, sabe, a pessoa precisa compartilhar, oras. somos todos irmãos, unidos numa só voz, créu, chupa que é de uva, e baixarias de toda sorte devem ser ouvidas por toda acomunidade diademense/te.).

quero ir pro alasca.
com earplugs, só pra garantir.

aí eu fui ver o Crepúsculo...


Mas antes, terminei de ler o livro.
O livro eu ganhei de uma turma de teens que só falava desse livro e do filme que tava pra sair, e blablablá, e eu nem sabendo do que se tratava.
aí quando a gente pergunta, as pessoas fazem aquela cara de espanto seguida pelo "CÊ não saaaabe???
bom, tá. Tentaram me convencer de todas as formas de que era a coisa mais legal do mundo desde o Harry Potter (ok.), e que eu tiiiiinha que ler o livro.

(Tinha entendido que era uma história de vampiros. Lembrei de, quando adolescente, adorar os livros da Anne Rice e ficar muito feliz quando saiu aquele filme do Entrevista com o Vampiro. Tá.)
No meu aniversário, eles fizeram uma vaquinha e me deram o livro de presente.
Tive que ler.
O que eu achei do livro: Simples. Bobo. Mas tem lá seu charme, e prende em alguns momentos sua atenção.
O livro vai bem até certo ponto - quando frases do tipo 'Eu te amo." "Eu também te amo." "Eu morro se algo acontecer com você." "Você sabe que eu te amo." "Eu te amo mais ainda" começam a tomar conta do librinho.
Quero morrer.
Cheasy demais pro meu gosto.
Anne Rice é muito mais legal.

Mas tá, saiu o filme, e nem sou louca de tentar ir no cinema nas primeiras semanas e pegar filas quilométricas, entrar em salas lotadas, sentar lá na primeira fila e aguentar gritinhos das meninas quando o bonitão (que cá entre nós, nem é...) aparece...
Fui essa semana.
O que eu achei do filme: Uma graça. bem cheasy, também ,mas bonitinho. Bobo. Mas bonitinho. A Kristen Stewart é uma fofa. O rapaz vampiro é meio forçado, mas acho que orna, hein. E o pai da menina com mania de spray de pimenta é o melhor do filme. Os vilões (que foram ponta do The O.C. em algum momento, tenho cer-te-za) são forçadenhos, mas tá, gente é um filme de vampiro adolescente, tá esperando o quê?

Gostei bastante.

hoje acordei assim...


Além da imaginação

Compensando o post de amanhã (vou sair cedo de casa, me recuso a acordar uma hora mais cedo...).

***

Tá, ultimamente a impressão que eu tenho é a de quem está em outra dimensão, num universo paralelo. A impressão de quem um belo dia acorda e vê a própria vida de pernas pro ar.

*sai dessa agora que eu quero ver!*

E tem esse paredão que me impede de voltar atrás.
Então tudo o que existia até o final de novembro passado ficou do outro lado do paredão.

(lembrei da Lula e a Baleia, um dos filmes preferidos da vida, e da musiquinha do Pink Floyd tocando a cada 5 minutos do filme

Hey you,
Out there in the cold,
Getting lonely, getting old,
Can you feel me?

(essa sou eu cantando pra "migo" mesma do outro lado do Wall)

Hey you,
Standing in the aisle,
With itchy feet and fading smile,
Can you feel me?

Aí me dá muita vontade de dar-me uns chacoalhões e uns tabefes na cara do tipo "A-COR-DA nêga, tá se esforçando à toa, tem um zilhhão de coisas que precisam ser tuas prioridades agora. LARGA O OSSO!"

Hey you,
Don't help them to bury the light.
Don't give in, without a fight.

mas, ih, eu não ia ouvir não, o muro é alto pacas.

Hey you,
With your ear against the wall,
Waiting for someone to call out,
Would you touch me?

(perceba que pulei a parte do "naked by the phone", porque, né...)

aí que essa história do "waiting for someone to call out" é super verdade.
Se tem uma coisa que a Tatiana do lado de cá tem que aprender um-dois-três-AGORA! é a não ser maria-vai-com-as-outras.

Eu sempre acho que os outros têm idéias melhores que as minhas, conhecem lugares mais bacanas, são mais interessantes e portanto têm de ser seguidos... olha, uma vida.
Seguindo o que o chefinho manda desde 1981.

Hey you,
Would you help me to carry the stone?
Open your heart,
I'm coming home.

Lascou-se, porque agora a pedra é só minha, vou ter de carregar sozinha, e sempre pra frente, porque "voltar pra casa" agora (de novo, diga-se) é humilhação demais. Se a porta estiver trancada e a fechadura for nova, capaz de amarrar a cordinha da pedra no pescoço, aí já viu.

Voltar não é uma opção válida.

But it was only, fantasy.
The wall was too high, as you can see.
No matter how he tried, he could not break free.
And the worms ate into his brain.

Só se for o brain do Bob Geldof. Tô fora.
Aquela que ficou do outro lado do muro pode ter ficado presa - eu vou (tentar) sair correndo.
É só vencer a preguiça.
...

Hey you,
Out there on the road,
Always doing what you're told,
Can you help me?

Oi? Falou comigo?

Hey you,
Don't tell me there's no hope at all.

Together we stand, divided we fall

***


Divided, we fall - mas aí (dizem que) é só levantar, sacodir a poeira, e sair saltitando, disfarçando, ninguém viu, o joelho tá meio ralado mas tem band-aid logo alí...

(problema é que band-aid não segura por muito tempo - vou precisar de uma atadura, tipo múmia. Dá pra fazer dois furinhos preu poder respirar?)

Páginas (quase) vespertinas

Esqueci do meu regime de letras!

espero que ainda dê tempo de perder algumas calorias escrevendo...

Bom, tá.
Vamos lá.
*falta de assunto*

aí eu coloquei fotos alí embaixo.
(será que também vale?)

O cão é o Téo (que eu prefiro chamar de Bilu - acho Téo meio gay. E Bilu é uma coisa assim máscula, mas tá, prefiro Bilu...)

o Téo é o cachorro da sobrinha Isadora (que eu prefiro chamar de Isolda... sérios problemas com nomes próprios...)

Mas o cão mora aqui. Bem como Isolda, praticamente.
a mãe de Isolda é divorciada e trabalha o dia todo.
Logo, sobrou pra Vó (minha mãe.)

O cão é um Shih-Tzu. Meu sonho é deixar o pelo crescer solto, fazer penteados, que nem shih-tzu de revista canina, mas o cão não curte escova. Morde a pessoa que se aproxima com o objeto de plástico com pontas metálicas. É um cachorro de raça fresca que queria ser vira-latas.

É um cão de personalidade.
Não lambe ninguém.
É bipolar. Oscila entre momentos de pura alegria e contentamento canino correndo atrás das pessoas chamando pra brincar, e momentos de "I want to be alone", bem Norma Desmond - fica largado num cantinho por hooooras, sem falar com ninguém, curtindo uma fossa canina.
Só come a própria comida depois que todos já jantaram e a possibilidade de rolar um bifinho é praticamente zero.

O sofá de dois lugares que fica de costas pra janela da sala é dele.
Ele pressente quando o inimigo se aproxima do sofá de 2 lugares e corre, run like the wind, run Forrest, run!, e deita esparramado no sofá antes que o humano bobão consiga sentar no sofá de 2 lugares.
Se já tem alguém sentado lá antes que ele perceba, ele fica sentado no chão encarando a pessoa com cara de "cê não vai sair daí, não?".

Tem medo de chuva.
Se enrosca debaixo do móvel mais próximo do humano mais próximo e fica lá até passar.
Uma das pouquíssimas vezes que vi o cão pedir colo foi durante uma dasquelas chuvas-monstro do dezembro passado.

O cão não gosta de afago na cabeça. O negócio dele é cóceguinhas na barriga.
E ele gosta de se esfregar com todo o corpicho nas camas das pessoas.
Principlamente ali, perto do travesseiro.
Não sei qual é a graça. Será que fica com o cheiro da pessoa?
Vai saber.

O cão come todas as frutas.
Curiosamente, menos mamão.
E mamão era a fruta preferida do falecido cão Joli.

E o cão também não vai muito com a minha cara, penso.
Veja só: toda vez que ele percebe que alguém vai chegar em casa, corre pra porta da sala, fica pulando e fazendo festinha pra agradar a pessoa.
Eu, qundo chego, abro a porta da sala sem alarde pra encontrar o cão na metade do caminho com cara de "ah, é você... humpf...".

Mesmo assim, quando consigo pegar o cão desprevenido, dou-lhe uns apertões a lá Felícia. Saio um pouco arranhada, mas tudo bem...

Natal em janeiro

até quando dura o natal?

a pomba

passeando alegremente no Conjunto Nacional

a calçada quebrada de onde sai plantinha (Diadema city)


o cão


Páginas matinais

Então eu comprei esse livro (na livraria cultura, se você coloca busca por título o "Escreva e Emagreça" não se acha nada - tem que ir pelo nome da autora - por quê será?... vergonha de vender livro bobo?...hm...), não porque eu queira emagrecer (mas perder os culotes seria sensacional), mas porque quero escrever e eu não conheço nenhum livro bacana que dê dicas de como escrever e parará (inclusive se alguém conhecer algum, mande um e-mail!).

Aí tá, tô lendo esse librinho.

E a moça, dona Julia disse que é pra acordar uma hora mais cedo do que o habitual (há!) e escrever no mínimo 3 páginas.

Se der certo postar no blog, vou escrever o "Digite, Publique e Emagreça".

(aliás, "postar" existe?... essas intervenções de linguas extrangeiras, nunca sei se é certo uar...)

Bom, tá, dona Julia disse no livro que é pra não me preocupar com o quê exatamente eu vou escrever. Seguir o fluxo de pensamento. No meu caso, lê-se "escrever bobagem - um monte delas".

Ok, então tá.
Eu moro com meus pais. Num sobrado. Meu quarto fica aqui em cima, de frente pra rua. Na verdade, de frente pro meu quarto está a varanda onde a mãe cultiva plantas. Do outro lado da rua fica uma oficina mecânica. e agora devem estar soldando alguma coisa lá, e o soldador tá fazendo aquele barulho insuportável, ininterrupto, quero matar todos vocês. E já faz anos que abriram essa oficina mecânica do outro lado da rua.

Era um terreno baldio, quando eu era criança. E não tinha muro. e o mato crescia alto. e a gente jogava o cocê do cachorro lá. Todo mundo fazia isso, so why couldn't we?

Aí, vai saber o que aconteceu, resolveram colocar um muro no terreno. Como se. O que a gente fazia? Jogava o cocô por cima do muro! (eu não, né, minha mãe, porque eu era muito pequena...)

Aí o filnho do dono do terreno baldio teve a brilhante idéia de abrir a abençoada oficina mecânica no terreno. Silêncio nunca mais.

Tem dia que 6 e meia da manhã já se ouve o batuque, e o barulhinho irritante das máquinas.

Esse aqui não era o meu quarto. O meu era o dos fundos. Meu e das minhas outras 2 irmãs. Mais velhas. Que se casaram e eu fiquei com o quarto só pra mim.

A mais velha tem 10 a nos a mais do que eu.
A do meio, 7.
Eu = acidente.

Então elas casaram, o quarto ficou pra mim, blablablá, e não tinha extensão de telefone no meu quarto.
(informação importante.)
E tinha no quarto dos meus pais (que dava para a varanda. O quarto)

Aí com o advento da internet, convenci os dois a trocarem de quarto comigo.
Lembra quando a internet era discada?

meu modem era de 28 kb/s
eu achava o máximo.
Aí um dia eu tive um de 56kb/s e fiquei me achando.

E assim foi que desde 1997 eu habito esse quarto de frente pra oficina mecânica e nunca mais consegui dormir até o meio dia sossegada.

fim do primeiro capítulo.

agora eu vou jogar Sims.

;)
"... ela falou sobre o mundo no qual estas pessoas viveram, um mundo muito seguro, e como tudo implodiu sob os pés deles.
E ela me contou como o meu mundo iria implodir sob meus pés um dia. E que Deus me ajudasse se eu não tivesse uma arma para enfrentar o "novo mundo".

Então, "por Deus, vá à escola aprender algo que fique com você."

A força das mãos das mulheres não vale muita coisa, mas o que elas têm na cabeça as levará até onde elas precisarem ir. "


Margaret Mitchell

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