Control - 2008

por que mesmo eu ainda não tinha visto esse filme?



Retrato muito mais digno de Mr Curtis do que o feito no cansativo 24-hour-party-people.

Dirigido pelo Anton Corbjin, que nos anos 80/90 foi diretor de video clipes (e documentários) de bandas como Depeche Mode e U2...

O Joy Division nunca foi uma das minhas bandas preferidas.

A história do rapaz epilético dependente dos remédios que tomava
e que se matou depois de assistir Laranja Mecânica com as cordinhas do varal de casa
sempre me chamou mais atenção pelo macabro da coisa toda.

Sou fã, isso sim, e muito, do New Order.
E sempre achei que a história de transição da banda "eu me odeio muito, quero morrer agora" de Ian Curtis
pra banda ainda obscura e profunda porém com sonzinhos alegrinhos uma das hitórias mais bacanas da história do Rock.

Ian Curtis era único, suas letras também - pra que tentar imitá-lo pra sempre?

A transição do nome da banda também é bem sacada - "Joy Division" era a divisão dos campos de concentração pra onde iam as judias (e por que não os judeus?) jovens e bonitinhas para serviços sexuais pros naziastas gente-boua.

e "New Oder", bem, leia aqui, é o que os nazistas gostariam de ter feito (e ainda tem gente doida no mundo que leva isso a sério... é só ver este site...)

Mas a New Order, é a nova ordem - a banda se reorganizou - Bernard Sumner, guitarrista da Joy Division, que no início
de sua carreira como vocalista da banda forçava a voz pra soar como Mr Curtis, não poderia ter uma vozinha mais diferente da dele - é só ouvir Bizarre Love Triangle...

O filme me serviu pra conhecer Ian Curtis - eu não sabia quem ele era.

ouça Ceremony, na minha opinião, a melhor do Joy Division.
(ok,ok, eu também adoro "Love will tear us apart"...again...)

ps: Ceremony, (Letra do Ian Curtis, voz do Bernard Sumner - tá na coletânea póstuma Substance,
que é bem interessante; foi lançada logo após a morte dele e mostra a transição do som da banda- algumas músicas deixadas pelo Curtis, outras compostas já pela Nova Ordem ;)

New Order = AMOR!

e lá se vai a nuvem, lentamente...


e eis que o inacontecível aconteceu.
pres'tenção que raramente verás Tatiana repetir tal frase:

I LOVE my job.

*actually, I've always known that, eventually, I would come to this conclusion.

Antes tarde do que nunca :)

slogan do dia: Tatiana, depois de todos esses anos nesta indústria vital, ainda tem a capacidade de se auto-surpreender.

My first...

...my last...
my every-thing...

(mais um motivo pra gostar de Robert Downey Jr.)

eu devia estar contente...

... mas estou com a pulga atrás da orelha.

várias nuvenzinhas negras se agrupando, e tempestades se formando.
e aquela luzinha vermelha interna piscando e gritando "vai dar merda, vai...dar...merda."


eu ia adorar se as coisas fossem sempre zen.
e ando lendo medo e delírio, e achando que a vida seria uma graça se vivida do avesso.
mas tou do lado certo (normal?), e tenho olhos pra ver, ouvidos pra escutar, e boca pra ficar calada (coisa que estou tentando aprender, minha gente, faço força, até mordo a língua de vez em quando).

nessas horas, lembro de John.
o John do Ally McBeal.
John e seu sorriso forçado toda vez que alguém o apurrinhava.
a merda toda acontecendo, e John lá, sorrindo.
(e dando descarga com controle remoto antes de entrar no banheiro.
e dublando Barry White)
mestre Johhn.

slogan do dia: Tatiana, há 27 anos tentando aprender a dar descarga antes de entrar no banheiro.

olá, cabelo branco

como diria Morrissey, panic on the streets of London...

me recuso a manter um cabelo branco na minha cabeça aos 27 anos de idade...

it's TOO FREAKIN' SOON.

menos um!

Terminei de ler, então, o A Princesa Leal, sobre a Catarina de Aragão, primeira espuesa españuela del Henrico ochavo.
Achei, ó: bom.
assim, regular.
nada sensacional.
não mudou minha vida.
mas me acrescentou algumas coisas que por ver Tudors sem legenda, eu não sabia: par example, eu não sabia que ela tinha de fato "feito coisas" com o primeiro marido dela, o irmão Artur do Henrique VIII, e mentido ser ela virgem e ele impotente depois que o Artur morreu pra poder casar com o irmão mais novo.
fora isso, Catarina foi uma adolescente chata e convencida, comeu o pão que o diabo amassou quando o primeiro marido morreu, e virou uma rainha mais chata e convencida ainda.
chega a dar vontade de dizer "bem feito" por ter sido exilada depois do surgimento da Ana Bolena, hein.
O livro acaba depois que ela mesma, à frente do exército inglês, expulsa os escoceses da Inglaterra (e nesse ponto você finalmente fica achando que ela é de fato uma rainha fodona...), mas o último capítulo dá um pulo duns 20 anos e mostra uma carta dela contando como ela foi parar no exílio, depois de todas as tramóias de uma vida toda pra ser rainha e manter o trono - aí cê percebe que ela "si fú", que muito bem feito, e que mentira tem perna curta, e que what goes around comes around, e...
nota 2 e meio de 5.
ps: e minha saga em busca do término da pilha de livros por ler continua...

sérios problemas com gritos...

... principalemnte com os desnecessários.

ou vai ver é necessário; prefiro acreditar que sempre há um motivo excelente pra que alguém grite com você.
é bom ter motivo.
se não tem, pra quê gritar?
fico tensa, em estado de alerta, e esperando o próximo.

sabe a pessoa louca?
aquela que vive no mundo do Tim Burton - funny at times, but really, REALLY scary most of the time?
Temei.

e nem foi comigo, o grito.
fosse comigo, eu chorava.

Leiturinhas: Um Livro Por Dia

Este livro eu comprei por 3 motivos:
1) O título: eu ia adorar ser capaz de ler um livro por dia (sem contar que minha coleção de livros por-ler acabaria rapidinho;)
2) A capa: achei fofa.
3) A premissa: Um jornalista canadense que está fugindo (e só no meio do livro a gente sabe do quê exatamente a peesoa foge), vai parar em Paris, sem dinheiro, sem lenço, sem documento, não tem onde morar e descobre essa livraria, a Shakespeare & Co., onde jovens "escritores" podem "morar", desde que trabalhem na loja (sem salários, lógico, só com a caminha no meio dos livros pra passar as noites - em Paris. Acho justo), e leiam um livro por dia.
Aí o livro vai bem até certo ponto.
A gente descobre que não se trata das leituras que o cara fez durante sua estada na Shakespeare & Co.(aliás, ele só menciona que o certo seria ele ler um livro por dia pra poder ficar na livraria, mas é só - o título me enganou grandão.), e sim de como sua vida era miserável, de seus amores perdidos, das amizades que ele fez na livraria...
Tou deixando claro que o livro fica CHATO, assim, logo nas 20 primeiras páginas?
Mas serviu pra algumas coisas, tipo informações de como comer barato em Paris, e de como contrabandear bolsas Vitor Hugo para coreanos.
De zero a dez, vamos dar 6, vá, nem é tão ruim assim.
Mas ao contrário  do que o editor diz na contracapa, não é nem de longe "uma empolgante aventura literária à beira do Sena".
Tudo mentira.

"All the flame trees will blind the weary driver...

...and there's nothing left could set fire to this town.

There's no change, there's no pace,everything within this place
just makes it harder to believe...
she won't be around..."



Little Fish chegou aqui como "Sob o efeito da água".
Tem a Cate Blanchet, o Sam Neil, o Hugo Weaving (que é a cara do Sam Neil, sempre confundo - mas o Hugo é bem mais novo, então tendo os dois juntos, não confundo tanto...), e o Dustin Nguyen, que é aquele coreano do Anjos da Lei (very creepy como Johnny Depp e esse cara parecem que não envelhecem nunca...)
É um dos filmes mais bonitos e tristes da vida.
Conta a história de um grupo de ex-amigos que quando adolescentes, eram viciados em drogas, e foram separados com o tempo.
E eles se reeoncotram aos trinta e poucos, cada um com rumo de vida diferente - uns melhores, outros piores, alguns ainda na mesma, porém todos carregando as feridas daquela época.

Sempre que passa na tv a cabo eu vejo, mesmo que já esteja pela metade.
e fico dias cantarolando o refrãozinho do coro das crianças (*clique e veja, que eu tô mandando!)
(acho uma graça essas crianças cantando essa música de pós-pé-na-bunda ;)

essa "Flame Trees" é tipo uma "pais e filhos" da Austrália - um crássico dos anos 80.
mas a original do Cold Chiesel é bem breguitcha - acho mais bonita a versão da Sarah Blasko.


"all the flame trees will blind the weary driver..."

Oscar Wilde - Histórias de Fadas

Segundo livro finalizado no mês de agosto:

Histórias de Fadas é a comprovação de como Oscar Wilde era uma pessoa doente.
Pessoa "gênia", porém doente.
E não, não são historinhas fofas para crianças - a pesar de já ter visto alguns destes contos naqueles Livros das Virtudes...
Ãnfãn, trata-se de uma coletânea de contos com cara de contos de fada do inferno - TODOSSSS têem finais horríveis.

Não há esperança para a humanidade.

Chorei litros com  "O amigo dedicado" e "O rouxinol e a rosa", e fiquei bem deprimida por pelo menos uma meia hora após o tpermino da leitura de canda um dos outros contos.
(menos com o do foguete notável, que é bem chato - mas ok.)

Recomendado para ler na praia em dias ensolarados.

Leiturinhas: como acabar com a pilha de livros lidos pela metade

O marcador de página já está quase se tornando parte integrante do livro, praticamente grudado entre duas páginas, e você nem lembra mais em qual das duas você parou.
É nessa hora que você se dá conta de que comprou aquele livro há 2 anos atrás, começou a ler no ônibus de volta pra casa, e... sei lá, foi fazer a unha e nunca mais voltou.

Eu faço parte daquele grupo de compradores compulsivos de livros (conheço vários, e sempre fico feliz de saber que não sou a única louca).
Não posso entrar numa livraria - ou eu compro um livro, ou saio de lá com uma sensação de vazio... nas mãos, porém com  a certeza de que ainda tenho 60 reais no banco (porque livro é caro pra cacete, vamos combinar.)

Aí que eu não tenho tanto tempo pra ler quanto eu gostaria.
E quando tenho tempo, ou estou deprimida, vendo temporadas inteiras de seriados numa tacada só (de preferência no escuro - nem abro a janela do quarto nesses dias), ou estou caçando vídeos de futilidades desenfreadamente no youtube.
(futilidade é minha amiga.)
como diria James Hetfield - sad, but true.

Ma enfim, eu criei meu próprio mecanismo de autosabotagem no quesito compras de livros - tipo, entro na livraria cultura só pra usar o banheiro (looooou-ca.), e decidi que se tiver no mundo algum livro que eu NECESSITE ler, antes de adquirí-lo, tenho que terminar de ler 3 livros da pilha dos "por ler".

Então eu terminei 3 librinhos e comprei felizinha o librinho que estou lendo agora - tá alí do lado (lembrando que ainda estou com mania de Tudors).

O primeiro livro a ter sua leitura completada por mim, foi o "Breve História de Quase Tudo", dum cara chamado Bill Bryson.
Comprado no verão de 2005 (veja bem, 2005!!!), quando éramos todos jovens e felizes, este librinho, que na verdade é um librão com mais de 500 páginas, teve sua leitura interrompida umas... sei lá, 15 vezes ao longo desses 4 anos...
O livro na verdade é uma espécie de reportagem gigantesca que um jornalista bem humorado fez sobre a história do universo (?) quando se deu conta de que não sabia, assim na-da. Nada. Nada sobre nada.
Sabe aquele momento "só sei que nada sei"? Então. Ele despirocou e saiu pelo mundo à procura de especialistas pra responder perguntas básicas do tipo quem somos? de onde viemom? para onde vamos?
No fim das contas o livro virou um curso básico de ciências (no plural, mesmo - física, química, biologia, geologia, etc,etc...) para leigos.
Já falei que ele é bem humorado?
A leitura, apesar dos assuntos, é bem leve.
Recomendo.
observação: em um dado momento, quando do capítulo referente às águas, formação de oceanos, precipitações, e etc, o Seu Bryson me tirou uma dúvida cruel: sabe aquela expressão do inglês, "cloud 9"? usada pra coisas do tipo "She's very happy, she's on cloud 9"? ou se a pessoa está triste, se diz "she's fallen from cloud 9"?.
Então! Cloud 9 é o tipo de nuvem mais gordinha (sabe nimbus, cúmulus, etc? então, são 9 tipos de nuvens, e a cloud 9 é a nuvem mais legal, porque é a da certeza da chuva - e chuva pra quem é da agricultura é sempre legal.
ok.

calma.

tumblr = sempre uma palavra de inspiração

livros de inglês (pra quem complementa o estudo do idioma em casa, mesmo)

Há um tempinho atrás eu fiz um videozinho pro tuba mostrando alguns livros que eu acho válido ter em casa, se você é aluno de qualquer curso X de inglês, e gosta/precisa estudar mais em casa.

resolvi fazer um post com os links pra venda dos livros, coisa que ficou faltando no vídeo
(lembrando que na SBS e na Disal, professor tem 20% de desconto, hóhó)

1) Essential Grammar in Use:
Os livros do Murphy são necessários.
Neles, você encontra explicações gramaticais das mais óbvias às mais complicadas, milhares de exemplos e exercícios de aplicação do que foi estudado. Ele é dividido da seguinte forma: as páginas pares contéem as explicações e os exemplos (inclusive com tirinhas de quadrinhos), e as páginas ímpares contéem os exercícios de aplicação do que foi visto na página par.
Este vermelhinho é o Essential Grammar, mas não é tão básico assim - eu aconselho para os alunos de basic/elementary a intermediate.
O irmão do livro vermelho, é o azul:
Esse já é mais avançadinho que o Essential - já recomendo pra alunos do intermediate ao advanced.
Traz algumas explicações "repetidas" do grammar in use vermelhinho, porém mais aprofundadas, e mais muitos outros capítulos mais avançadinhos (traz até word formation).
Ambas as duas edições que linkei trazem um CD Rom que é bacana, de exercícios pro computador (inclusive algumas coisinhas pra listening practice).
Ambos são recomendados para self study principalmente por conterem a Answer Key (ou seja, as respostas pros exercícios no final do livro), o que possibilita que o aluno mesmo faça os exercícios e os corrija.
Este é um livro que eu gosto muito - gramática, mas com um aproach mais moderninho do que os do Murphy: este aqui traz todos os pontos gramaticais importantes pro upper intermediate (ou pra quem está saindo do intermediate e indo pro avançado), porém todos estão contextualizados.
Você primeiro vê os exemplos em uso, em textos, e depois faz os exercícios de consolidação.
Também é self study (com as respostas no final).
Estes dois livros seguem a mesma linha dos do Murphy - explicação e exemplos de um lado, exercícios de consolidação do outro.
O diferencial deles é uma seção (menor, porém tão boa quanto) dedicada a vocabulário.
O livro azul, Intermediate, cheguei a suar em aulas da faculdade.
Excelentes.
Este livro é excelente pra quem tem problemas com prepositions (ou seja - tooooodo mundo.).
Ele traz vários esqueminhas de usos das prepositions, vários exemplos e explicações, várias regrinhas e suas excessões, enfim - é livro daqueles que a gente tá sempre consultando.
Bem legal.
Este livro segue a mesma linha dos livros do Murphy, só que com esqueminhas de vocabulário, separados por assunto.
Então de um lado você tem a listinha de vocabulário, seus usos, exemplos, e do outro você tem os exercícios de consolidação.
Este, por ser elementary, é diferente dos demais da série, bem ilustrado, coloridinho. Os outros são mais "técnicos", preto e branco, e pá.
Tem também o irmão dele:
É, né, já falei dele alí em cima - este é indicado pra upper intermediate e avançado, como o título já diz.
Excelente.
Vocabulário nunca é demais.
Este é muito legal , recomendo pra basic / elementary à pre- intermediate.
É um dicionário com figuras, então você tem desenhos super bem detalhados de lugares e etc com as devidas legendas em baixo da figura.
Pra incrementar o vocabulário (porque a gente nunca sabe como chama aquele tapetinho do banheiro, nem o imã de geladeira em inglês... ;)
Este é o seguinte:  sabe aquelas expressões idiomáticas e gírias que você tem certeza que sabe o significado?
Provavelmente você está errado/a.
Confira nesse livro antes de sair por aí falando besteira.
Inglês - português.
A idéia deste aqui é parecida com a do Pìtfalls, mas é em esquema glossário - as expressões e gírias estão em ordem alfabética com uma tradução mais direta.
e um dos autores deste livro, o Brezolin, foi meu professor na faculdade ;)
***
Bom, estes são os livros que, na minha opinião, complementam muito bem qualquer curso de inglês que você esteja fazendo.
Faltou, claro, falar de dicionários, mas fica pra uma próxima.
;)

então eu baixei os 9 filmes sobre as desventuras em Amityville...


...e tentei ver todos.

Digo "tentei" porque nem todos mereceram uma hora e meia de meu ocioso tempo - male-má a primeira meia hora.

Ordem cronológica:

1978 - Horror em Amityville
Bom. 3 estrelinhas. 3 de cinco, of course.
Esse filme conta a história da família que vai morar em Amityville após o massacre.
(a casa 'tava barata, e tal, grande e veio mobiliada, um casal com 3 filhos, época de vacas magras, ninguém avisou que a casa era amaldiçoada, então lá foi a família feliz morar.)
Diz-se que esse filme foi baseado em fatos reais - o massacre realmente ocorreu, e essa família X realmente viveu na casa logo após.
Algumas boas cenas. Um final cliché bacaninha (a família foge correndo da casa quando o bicho tá pegando, entram todos no carro, cadê a chave? pânico total, chave 'tava no bolso da mãe, o carro não pega, pega finalmente, aí o pai lembra que o cachorro ficou na casa e ele volta pra buscar o cão. Todos sobrevivem.)

1982 - Amityville 2 - A possessão
Esse é o mais bacana (dos antigos) - conta a história da primeira família que vai morar na casa, a do massacre (fatos reais (?)).
Apesar de ser extremamente chupinhado do Exorcista (ceninhas de exorcismos bem copy-paste), e um final com padre em desespero gritando "Oh, Let it be me, not him!", e então o demo sai do rapazinho que tinha matado a família toda e entra no padre. ), tem seus momentos.

1983 - Amityville - 3-D
Com direito a óculos de papel celofane vermelho e azul.
Pensando o quê? nos anos 80 já tínhamos filmes (toscos) em 3D.

Esse filme vai bem até certo ponto, aí minha gente, vamos todos ver Faustão - assusta mais.
A premissa é bacana - um grupo de jornalistas vai investigar um grupo de médiuns que mora em Amitville (depois de todos os ocorridos macabros) e ganham a vida fazendo sessões de mesa branca, coisa e tal. Claro que somos todos charlatões, vamos todos presos, a casa fica à venda novamente e o jornalista que fez a matéria sobre os charlatões e é cético resolve comprar e ir morar na casa.
O cara tem uma filha que mora com a mãe e as vezes vai visitá-lo.
Essa menina é amiga de uma Meg Ryan adolescente.
A menina morre afogada e o espírito dela fica preso em Amityville.
Aí, o jornalista contrata paranormais pra ajudar a filha a escapar do demo.
E o filme vira Poltergeist tosco de baixo orçamento.
Mas tem seus momentos.

1989 - Amityville - The Evil Scapes
Esse é difícil de explicar.
O filme começa com vários padres fazendo exorcismo na casa.
Corta pra uma garage sale (mania de americano de colocar coisas velhas pra vender no quintal de casa), que a gente só pode supor que é venda de coisas de Amityville.
Aí, uma senhorinha compra um abajur.
Que é claro, como não, é amaldiçoado.
A lâmpada do abajur contém um espírito do mal.
E foi aí que eu parei de ver o filme.
Há limites.


1990 - Amityville Curse
Dois casais de amigos resolvem "rachar" a compra de uma casa. Que ideia brilhante.
Adivinha que casa eles vão comprar?
Um desastre de interpretações forçadas, num filme imbecil - resisti a primeira meia hora, enquanto folheava uma revista.

1992 - Amityville - It's about time
Tipo, "já 'tá na hora de parar de fazer filmes sobre Amityville".
Esse é dos mais desnecessários (mas ainda acho que perde pro Dollhouse) - um cara compra um relógio duma loja de antiguidades - este relógio fora antes parte da mobília de onde? onde? ONDE?? Amityville.
Logo, o relógio é amaldiçoado.
(Pessoas foram pagas pra escrever esse script, minha gente.)

1993 - Amityville - A new generation
Somos todos yuppies, aqueles jovens descolados, trabalhadores e riquinhos do início dos anos 90.
Moramos num loft.
Um dos rapazes, um belo dia, faz amizade com um mendigo, que lhe dá um espelho.
Adivinhem só se este espelho não veio de Amityville e ele não é amaldiçoado e vamos todos morrer???
Hora de ver o que tá passando na tevê.

1996 - Amitiville - Dollhouse
Esses escritores de filmes ruins de Holywood não têm um amigo.
Amigo, além de ser coisa pra ser guardar do lado esquerdo do peito, é coisa que também serve pra te alertar quando você está fazendo merda.

Veja bem que essa família vai morar numa casa recém construída num terreno, onde - pausa pra apostas - eu aposto que a casa foi construída onde era Amityville antes de um grande incêndio - Pronto, ganhei a aposta.
Mas o mais legal é que entre as árvores há uma cabana - dessas de madeira.
E lá dentro existe intacta uma casa de bonecas igualzinha à Amityville!
E o pai resolve dar a casa de presente pra filha.
E as luzinhas da casinha se acendem à noite, e gelo seco faz as vezes do demo escapando da casinha e indo despirocar a família toda...

[foi nesse momento que eu decidi desistir de escrever meu roteiro sobre como um campo de futebol foi construído onde antes era Amityville e o time de futebol que treinava ali foi amaldiçoado e viraram todos zumbis e...]

2005 - The Amityville Horror
Oi.
Este é um remake muito bacana do primeiro filme, o de 1978 (sobre a família que vai morar na casa depois do massacre e da maldição já instalada).
Tem o Ryan Reynolds (o marido da Scarlett Johansson) no papel do pai que despiroca e quer matar todos vocês.
É bem feito.
Dá medinhos.
Recomendo.

* neste site tem uma foto medonha dum fantasminha criança tirada dentro da casa - ah, sim, a casa existe. É aquela ali de cima do post. E aquelas janelinhas de cima parecem olhos. *medo*

Scarlett Johansson + Pete Yorn =

ok, parece bom.

Ghost Ballads, 1957


Dean Gitter é um cara que nos anos 50 produzia discos de blues e folk.

Um belo dia ele resolveu gravar ele mesmo uma porção de musiquinhas macabras, sobre temas sobrenaturais.

Voz e violão, com cara de folk tradicional, ou por vezes qualquer coisa que bardos da Idade Média podiam ter cantado por aí.

As letras vão de medonhas a canções de ninar pra assutar criancinhas (porque vamos combinar que "boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta" é uma coisa medonha - e não, não dá o menor sono.).

Descobri as Ghost Ballads através de um videozinho do youtube sobre Anne Boleyn (ando muito interessada em Tudors, as seis esposas do Henry VIII, e etc...), e não consigo mais parar de ouvir - creepy, I know.


(quando criança eu adorava a Monster Mash...)




tradução da letra bonitinha:

Na Torre de Londres, tão grande
Caminha o fantasma de Ana Bolena, é o que dizem
Ana foi certa vez esposa do Enrique VIII
Até ele decidir que um carrasco desfaria seu penteado
pois é, ele se desfez dela há muitos anos
e ela retorna à noite pra relembrá-lo

com a cabeça segura sob o braço
ela caminha pela maldita torre
com a cabeça sob o braço
à meia noite.

ela vem pra assombrar o Rei Henrique, e vem perguntar "pra quê?"
ela vem pra esculhambá-lo por ter-lhe cortado o pescoço
e só caso o carrasco venha novamente dar-lhe o mesmo destino, ela traz a cabeça sob o braço.

e de vez em quando o Enrique dá uma festa
pros rapazes e moças que conheceu, uma gente alegre
o carrasco usa a foice pra cortar o pão,
e chega a Ana Bolena pra fazer o que sempre faz.
ela coloca a cabeça sangrenta no alto do pescoço,
e o Rei pede "Não deixe pingar na sopa!"

ela caminha pelos infinitos corredores, milhas e milhas,
ela sempre pega resfriados, coitada, faz muito frio quando venta.
e é muito, muito estranho quando a Rainha precisa assoar o nariz,
com a cabeça presa sob o braço.

quem vê pensa que ela carrega uma bola de futebol,
e quando aparece um bêbado, ele pergunta "O Arsenal vai ganhar?"
eles pensam que é o Ronaldinho* em vez da pobre Ana Bolena
com a cabeça sob o braço.

certa vez ela encontrou o Enrique no bar,
e ele perguntou "Você é a Ana Bolena, a Jane Seymour ou a Catherine Parr?"
"e como espera que eu saiba quem diabos é você,
com a cabeça presa sob o braço?"

*(ou qualquer outro jogador de futebol)

na maciota

de vagar se vai ao longe.

se cansa menos.

se aprecia a paisagem.

se toma chuva, se leva empurrões, se perde o busão...

então a gente pára, senta e espera.


o que Bono diria sobre mim: "She's running to stand still."

?

estamos funcionando?

I wanna be a star - don't wanna be a cleaning lady

esta é a Stevie Nicks.

sem ela não existiriam Madonna, Cindy Lauper, Kate Bush, Tori Amos, nem as cantorinhas irritantes de hoje em dia (lê-se Britney Spears e suas cópias igualmente ruins).

e o mais importante: sem ela pelo menos 5 das músicas mais bonitas já feitas pela humanidade não existiriam

ela começou a compor quando ganhou um violão de presente de aniversário, participava de bandas no colégio e no último ano conheceu o Lindsay Buckingham, que também compunha e tocava guitarra. foram morar juntos, eram garçons em dinners pés-de-chinelos e nos fins de semana ele tocava guitarra em bandas x enquanto ela fazia backing vocals.


em 72 eles gravaram o album Buckingham Nicks (que não sei por quê raios ainda não foi remasterizado e lançado em CD...) e saíram em turnê pra promovê-lo.
Não deu em nada...
ou, quase nada...


Os Fleetwood Mac vieram pra América em busca de novas sonoridades, I guess, e também pra fugir da fama de maluco do então internado Peter Green - bem normal, ele. (O Peter Green era colega de camisa de força do Syd Barret na mesma instituição. )
Eles ouviram o disco dos BN e quiseram contratar o Buckingham - ele era um excelente guitarrista.
O Buckingham então disse que só aceitaria entrar pro Fleetwood Mac se a Stevie fosse junto. ("We're a package deal").
Então eles aceitaram.


Então o Fleetwoos Mac finalmente tirou o pézinho da lama - com a voz rouquinha e as letras cheias de mensagens subliminares da Nicks, a banda ficou famosa não só nos States, como no mundo todo. E lá estava o Peter Green rasgando dinheiro no manicômio (literalmente. ele recebia royalties, será? o dinheiro x que lhe era devido por ser sócio fundador do Fleetwood Mac. e ele rasgava todos os chequinhos gordos que recebia...)


O Lindsay Buckingham largou a Stevie quando a banda começou a fazer muito sucesso e as grupies se amontoaram. Ela despirocou, ficou viciada em cocaína, teve vários relacionamento x (inclusive um com o próprio Mic Fleetwood...), casou com o marido da melhor amiga quando ela morreu de leucemia, descasou, e passou muito tempo com o Tom Petty, que a ajudou a alavancar uma carreira sólo.
Ela fez muito sucesso sólo no início dos anos 80 com discos baseados em grandes figuras femininas (inclusive as mitológicas. you've got to love her.).
Nunca mais se casou, nunca teve filhos. É "madrinha" de Tori Amos, Sheryl Crow e Sarah McLachlan (sempre ajuda essas moças com letras e melodias - what's not to love about her?)

.

Ela continua "na ativa", faz shows, acabou de gravar um CD e um DVD ao vivo com seus grandes sucessos, tá com 60 anos e continua linda de doer, e continua no Fleetwood Mac.

e Sara é a mais bonita de todas as músicas dela.

tem que ouvir.

and there's a heartbeat that never really dies; all I ever wanted was to know that you were dreaming...

Intrigas de Estado (State of play)


ãhm... cinema, então. solução pro feriadão.

então, apesar de ter a fofa Rachael McAdams, Ben Affleck, Robin Wright Penn, Jason Bateman, Jeff Daniels e o stalker louquinho do Dr. House na quarta temporada, é um filme do Russell Crowe e da Helen Mirren.
(Dava pra fazer o filme inteiro só com os dois, foi o que eu quis dizer. Os dois estão ótimos no filme, foi o que eu quis dizer.)

O filme é excelente; várias reviravoltinhas, surpresinhas durante o filme, cenas e diálogos bem bolados, e um Russell Crowe gordo que dá gosto (nhé, pra quê ficar malhando? não vai mais fazer papel de galã, mesmo, might as well ganhar uns quilinhos e virar um ator bonachão. [acho que eu nunca tinha escrito essa palavra antes...])

nota 9,5.

ps: just wondering... quantas reencarnações a pessoa precisa ter pra nascer com a cara da Robin Wright Penn?...

Lucy & Linus


minuto mulherzinha

saí mais cedo do trabalho hoje.

e fui comprar condicionador.
eu só queria um condicionador.

era entrar na loja, pegar o condicionador (eu já sabia o que eu queria e onde ele estava - era só chegar e pimba).

mas não.

tinha lá um representante da Celso Kamura.

e eu não sei despistar vendedores.

eu gosto de me virar sozinha dentro das lojas sabe? e fico feliz quando respondo "estou só dando uma olhada" e a pessoa respeita e dá espaço.
porque tem uns que grudam.

a lojinha fica na liberdade, e tem uma entrada onde ficam as maquilagens e logo adiante tem uma escadinha que dá para os shampoos / condicionadores / creminhos em geral.

fui interpelada pelo Celso Kamura boy no meio da escada.

- oi, posso ajudar?
- er... não, obrigada, estou dando uma olhada.
- mas tá procurando alguma coisa específica?
- er... (*subindo mais um degrauzinho, esperando em cristo que aquela pessoa não me seguisse)
- deixa eu "ver" teu cabelo (e pega no cabelo. quero morrer). tem tintura?
- não, não. é assim mesmo. (?)
- e a raíz é oleozinha, né? (e faz cara de nojinho. isso, me chama de porca que eu adoro.)
- sim. +_+ (a essa altura, quero ver até onde vai)
- mas você vê que seu cabelo tem umas "nuanças" naturais, né? meio aloirado. então toma esse aqui (e me entrega um shampoo pra cabelo loiro).
- er, mas não sou loira.
- é sim, teu cabelo é "loiro-escuro-acinzentado-do-raio-que-os-parta". leva esse que é ótimo!
- * não respondo, pego o shampoo. penso "vou subir a escadinha, pegar o que eu quiser e largar esse shampoo numa prateleira qualquer. e vou saindo*
- mas vem cá, como é que você lava o cabelo?
- ãhm... passo o shampoo e lavo.
- *risada alta-escandalosa* Tem que passar o xampu e deixar agindo por zémersss minutos. aí você enxágua.
- certo. e passo condiocionador.
- nananina-não. com esse xampu-sensacional do Celso Kamura você não precisa de condicionador. você enxágua os cabelos e passa o super leave-in-sérum-silicone-maravilha-de-mamãe e leva o dito na bolsa e retoca quantas vezes vc quiser ao dia.
- * ele pega o tal do silicone e passa no meu cabelo. kill me now. * , você vai ver que todo esse embaraçado vai sumir! (tô adorando tu me chamando de desgrenhada.)

[pausa]

e não é que o tal do silicone É sensacional?

- okei, levarei o silicone.
- mas tem que levar o xampu também! e veja só que maravilha, temos a linha completa do Celso Kamura!
- *a essa altura eu já devia estar revirando os olhos estilo convulsão, porque tava com muita pressa, muita vontade de fazer xixi, muuuuita vontade de sair dalí e se ele começasse a me mostrar cada um dos produtos do Celso Kamura eu não responderia por mim, mas okei, ele captou e eu fui pro caixa.*

e não comprei o condicionador. +_+

resultado: entrei na Ikesaki e comprei o que, o que, O QUÊ???
o condicionador para cabelos loiros do Celso Kamura.
pra fazer o conjuntinho, cê sabe.

experimentei assim que cheguei em casa, e...

olha, o negócio é bom, mesmo.
o cheirinho é uma delícia.
e o siliconezitcho é altamente recomendável.

hum... nostalgia, I guess...

então essa semana eu encontrei um caderno perdido na minha sala do colégio x em que dou aula e não sei explicar por quê, mas em vez de levar o dito pro achados e perdidos, trouxe o caderno pra casa...é o caderno de matemática e história de uma menina da sétima série.

o que me chamou a atenção foram os desenhos:

baseados em mangás

e as declaraçõezinas de amor (?)...

além de uma seção diarinho onde a mocinha fala da relação com a mãe (e que vac@, a mãe...), e com o namoradinho emo.

tudo mentira Rafa, não acredita não.

assim que a coisa cair na mesmice e que você não mais fazer tudo o que ele espera de você, vai te machucar alucinadamente. as pessoas SÃO egoístas assim. quando as coisas não estão mais boas pra elas, elas vão dar um jeito de estragar o que está bom pra você.


e tem também os poeminhas...
e aí que me deu uma baita saudade do tempo em que rabiscar cadernos era mais legal do que copiar lição da lousa, em que ter paixonites platônicas por meninos fofos era mais legal do que dar a cara a tapa pra quem quiser pisar em cima da gente, em que poeminhas (ou letras da legião urbana, no meu caso...) faziam todo o sentido do mundo e definiam a gente.
ai,ai, meus treze aninhos...
Raffaelle, devolverei seu caderno assim que...
...sei lá.

música da madrugada


porque quem acorda às 4 da madrugada tende a ver coisas boas na MTV.

tem que ouvir até o finalzinho, que vai ficando melhor.

Eye of the Devil (1966)


Aí eu fui alí no google pra conferir se o nome do filme em portuga seria "O olho do diabo", mesmo, mas descobri que não - O Olho do Diabo é um filme de Bergman (que já está alí sendo baixado diretamente do meu amigo Torrentz)

Então ficamos assim: não sei o nome do filme em português, tá?
(será que dá pra achar no imdb?...hm...)

O diretor de la película é um rapaz chamado J. Lee Thompson, que dentre otras cositas fez o original Cabo do Medo. Não, ele não era pouca porcaria.

(e, olha só que coisa, a abertura desse filme lembra o Bergman...hm...)

Bom, então, o filme: Um casal de aristocratas que moram em Londres. Já por volta de seus quarenta anos. 2 filhos pequenos (um casal). O marido é dono, veja só você, dum castelo no sul da França. Um belo dia, ele é chamado pra ir até lá devido a uma seca que assola a população.
Chegando lá, o povoado é muito sinistro.
eles tem lá um clero meu satanista que adora o tal do olho do diabo.

eles vivem ainda sob costumes medievais - pra tratar da seca, eles precisam fazer um sacrifício (do primogênito da família, of course.)

temos a Deborah Kerr no papel da mãe da família, desconfiada de que o marido exalta o demo, temos aquele moço do Blow Out, mas quem rouba a cena é uma absurdamente linda Sharon Tate em seu papel de estréia.

o melhor do filme é sua atmosfera (e os personagens nem têem muitas coisas pra serem ditas).
vale a pena ver.
* quatro estrelinhas *

*não lembro onde coloquei meu arquivo com as estrelinhas...tsc...





fotos:

















filmesfilmesfilmes

vários filmes pra resenhar por aqui.

várias coisas velhas.

vários Polanskis e Sharon Tates (um dia a mania passa).

fui alí tomar um frapuccino moccha branco, já voltei...

um mês e meio, hu?

bom, não morri.

só fiquei 2 meses sem pagar a net. ;)
(mas agora eu tenho o combo! yay! e pago a mesmíssima quantidade de dinheiros de antes.
as pessoas sempre encontram maneiras novas de fazer a gente se sentir o maior idiota da crosta.)

aí tem aquela coisa engraçada - engraçada de curiosa, mesmo,não engraçada "haha" - quando eu não posso postar nada no blog tenho várias idéias de posts - agora que sentei na frente do computador só consigo pensar nisso:

...

my very own old self.

hello, Ben

na primeira temporada, Hurley era o meu preferido.


na segunda, Sawyer e seus apelidos engraçadinhos pras pessoas todas.



na terceira, Charlie, o hobbit.


na quarta, Desmond (continua bem no ranking, só anda meio sumido nos episódios novos...)
(e a história dele e da Penny ainda é a mais fofa)



nessa quinta temporada meu preferido é o Ben.



Não estou entendendo lhufas (as usual...), ainda não saquei se ele é o mocinho ou o malvadão da história toda.

cena: no avião, de volta à ilha, situação de extremo estresse, todos tensos, Ben lê seu jornalzinho tranquilão.
Jack (indignado): como é que você consegue ler?
Ben: minha mãe me ensinou.

it cracks me every time,rs...

mas o meu preferido de todos os tempos ainda é o Sawyer de óculos lendo Lancelot enquanto todo mundo se descabela pela ilha:

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