Diários de leitura #4: Muitos questionamentos...

Bem, como já era esperado, Tatiana não está conseguindo cumprir a frequência ideal de um post por dia.

Rio de Janeiro, 13 de Junho de 2015

No último sábado, continuei a leitura d´A Montanha Mágica do Thomas Mann e sobrevivi à leitura do diálogo francês entre o Hans Castorp apaixonado e a russa Clawdia, objeto de sua paixão, durante a festa de carnaval.

Ele se lembra de que, quando era pequeno, na escola, um dia criou coragem pra pedir um lápis emprestado à sua crush. E que ele guardou as casquinhas do lápis, depois de tê-lo apontado por muito tempo.

Quem nunca guardou casquinha de lápis emprestado pela/o crush?

Oras.

Mas tá, o interessante é o momento "madeleine" (vide Proust) causado pela necessidade de um lápis para participar de uma brincadeira com desenhos durante a festa de carnaval do sanatório.
Ele vai lá pedir um lápis pra clawdia e se lembra de que era ela mesma, sua crush da infância.
E cria coragem pra conversar com a moça.

Em francês.

Porque toda paquera/xaveco/insira aqui o termo atual pra isso  fica muito mais legal em francês.
Só que, a moça é russa.
Ela sofre um pouco pra se comunicar em alemão.
que dirá em francês.
Vira e mexe ela pede pra que ele fale em alemão, mas ele não tá nem aí - continua no francês, mesmo.
E dá tudo certo, eles conseguem conversar.

Parei de ler por volta da 1:00 da manhã, por volta da página 570.

Essa leitura me gerou alguns questionamentos que foram levantados no incrível mini vlog #3:




14 de junho de 2015

Domingo.

Dia de deixar Hans Castorp descansar e começar a releitura de Memórias de um Sargento de Milícias.
Um dos livros mais divertidos da vida.
O motivo da releitura é o projeto de vídeos semanais sobre os livros da lista da FUVEST/UNICAMP.
Vou reler esse livro 500 vezes e vou achar a leitura divertida todas elas;)

15 de junho de 2015

Esfriou. \o/

Fiquei deprimida (não devido ao frio, claro, mas devido às vicissitudes da vida. Ah, sim, tá tudo bem. Todo mundo fica deprimido de vez em quando ;). E quando a gente fica deprimido, a gente não lê - a gente dorme no tempo livre.

De modo que, não li nada.

16 de junho de 2015

Terça feira ainda estava friozinho!
E retomei a leitura de Leonardo vivendo altas aventuras no Brasil colônia.
Quase acabando o 37o livro do ano.

17 de junho de 2015

Terminei o Memórias de um Sargento de Milícias e corri pegar o Seu Moço, da incrível Patrícia Pirota.

Gente.

Né porque é minha amiga, não.

Mas, Ô Livro Lindo!

Li metade e economizei a outra metade para o dia seguinte ;)
Porque eu sou dessas.


18 de junho de 2015

Terminei o Seu Moço.

E não vou dizer nada até fazer vídeo sobre essa lindeza toda lá no canal.

E retomei a leitura do Tempo Redescoberto, o último volume do Em Busca do Tempo Perdido do Proust.

Estou na reta final desse livro, mas não pretendo terminá-lo ainda hoje.
Acho que vou acabar esticando esse livro até o fim de semana.

O vídeo do "Lendo Proust" dessa semana, já está engatilhado: vai ser sobre o termino da leitura da biografia do autor, então, o término do livro vai ficar só pra semana que vem ;)

Até onde li, Proust ainda está em um soiré ao qual ele decide ir depois de muito tempo confinado em casa e em casas de repouso, onde reencontra várias personagens do livro e percebe como o tempo passou (estão todos envelhecidos), e como o tempo tratou de forma diferente cada uma daquelas pessoas.

Lindeza de livro, só digo isso.




Diários de Leitura #3: Hans Cartorp causando no sanatório...

Rio de Janeiro,11 de junho, 6:30

Acordar antes das 7:00 é muito difícil...

Resolvi retomar a leitura daquele trambolh..., digo, livro incível, chamado
"A montanha mágica" , do Thomas Mann.

É. Aquele mesmo.
Que eu comecei a ler no mês passado.
Foi tirado da minha latinha de livros por ler (ou TBR, como preferir...)

Por motivo de força maior (aka uma matéria na Folha de SP dizendo que eu faria vídeos para os vídeos do vestibular...), resolvi ler os livros da lista de leitura obrigatória da FUVEST; e, atendendo a pedidos do pessoal que acompanha os vídeos, acabei incrementando a lista com os livros da UNICAMP (já me corrigiram, que o certo é dizer "vestibular da COMVEST"; preciso corrigir isso nos vídeos...
Na minha época a gente dizia "vestibular da unicamp", mesmo ;)

De modo que, a leitura da Montanha ficou em stand by.
Com muita dor no coração, porque, olha. Senhor Livrão, viu?

Portanto, cacei uma capinha protetora de livros que comportasse o calhamaço, e levei Hans Castorp para passear, hoje, na ecobag.

11:00

Não consegui ler muita coisa de manhã.
Vinte páginas, e olhe lá.
Vejamos se a tarde será mais produtiva.

16:00

Comi um açaí.
Achei legal compartilhar.

17:30

Hans Castorp está causando no sanatório.
E eu fiz mais um mini vlog:


19:00
enquanto os pimpolhos faziam prova, aproveitei para ler mais algumas páginas...
´Tá lá o Hans Castorp mandando cartão de get well soon (fique boa logo) para uma garota X do sanatório.
Não, ele não a conhece.
Mas resolveu mandar o cartão e flores só pra ver o que acontece.
Porque ele acha que ela vai morrer e ele precisa fazer alguma coisa.
Quero nem ver no que vai dar essas tramoias de Hans Castorp...
23:00
Não li nada quando cheguei em casa.
Amanhã tenho aula cedinho, e uma pilha gigantesca de provas para corrigir.
Ou seja.
Vou ficar um tempo sem saber o que mais Hans Castorp vai aprontar na montanha.
Saldão do dia:
35 páginas.

Diários de leitura #2: Nem 30 páginas...

Rio de Janeiro, 10 de Junho de 2015

Quarta feira.

Aquele dia em que – nada acontece.
É a metade da semana.
Ainda está longe para o fim de semana.
Ou seja, o dia mais sem graça do mundo.
É uma extensão da terça-feira e uma prévia da quinta, que, sim, está mais próxima do fim de semana. (A gente supera a quinta-feira porque “ainda bem que amanhã já é sexta!”).
Mas a quarta-feira?
Não há esperança para a quarta-feira.

Comecei o dia lendo mais um capítulo da Angélica.
O conde tem lhe dado presentes bacanudos.
E ela já notou que o conde é muito legal e galante com todas as outras mulheres, menos com ela (também, não é pra menos – só falta a moça sair correndo e gritando de nojo e medo toda vez que ele se aproxima).
Ou seja, já temos aí um certo ciuminho instalado.

Dou mais 30 páginas até Angélica se render aos charmes do marido coxo-cheio de cicatrizes-que fez pacto com o demo.

14:00

Foram menos de 30 páginas.

15:00

Levando o livro para passear – vai ser minha leitura de ônibus e, se der tempo, enquanto meus alunos fazem prova, vou tentar ler mais algumas páginas ;)



23:00

Encerrando os trabalhos de leitura do dia.
100 páginas cravadas de angélica – Marquesa dos anjos, que, né, chega ao fim.


Eis um vloguezinho mequetrefe sobre o término da leitura:




Saldão do dia:
100 páginas
1 livro terminado

Diários de leituras #1: One Piece, essa lindeza toda



Rio de Janeiro, 9 de Julho de 2015

Terça feira é aquele um dos dias da semana em que eu tenho aulas de manhã e à noite.

No mesmo lugar.

Sim.

Bem feliz, assim, mesmo.

Como eu moro “perto” *cof, cof* (nah, é verdade, eu moro perto, mesmo, do meu trabalho – mas como eu não poderia ter, na vida, essa sorte toda, é claro que tinha que ter alguma pegadinha nessa estória de a Tatiana morar assim, tão perto do trabalho, claro, claro – eu levo, em média, uma hora de lá pra cá.
Sério. São apenas 3 pontos de ônibus.
3 pontos de ônibus.
Isso para quem morava em Diadema e trabalhava na Vila Mariana/SP, é L I N D O.
Só que não.
No meio do caminho, tem uma obra mal feita.
Um terminal de ônibus que acaba com a alegria de viver dos moradores locais. E de todos os seres humanos que precisam passar por ali.
E eu descobri que no Rio de Janeiro, você não pode, simplesmente, confiar na numeração dos ônibus.
Para quê facilitar a vida do proletariado se eles podem dificultar?
Cada motorista faz o caminho que achar melhor, quando ele bem entender.
E se ele decidiu que não vai passar no seu ponto de ônibus, azar o seu.

De modo que, yaaaaay, continuo a ter muito tempo livre no trajeto de casa para o trabalho, e do trabalho pra casa.

Ou seja: tempo para ler :)

Ou seja: <3 comment-3--="" nbsp="">

(* Ok, menos quando você está lendo sobre a cachorrinha Baleia, do Vidas Secas, por exemplo, e chora rios em público, e... bem, nem sempre é tão legal assim ler no transporte público ou no ponto de ônibus... )

De modo que: resolvi fazer um diário de leitura nesse blog.
A ideia (que eu já sei que não será realizada ao pé da letra, e já aviso...), é registrar impressões de leitura on the go, ou seja, durante a leitura.

Para tanto, vou usar o gravador do celular, a câmera do celular pra fazer vídeos relâmpagos, o moleskine que carrego na bolsa praticamente em branco (já faz uns meses que não anoto nada ali. Hm. ). E, sempre que possível, organizar toda a zona em postagens por aqui.


Assim sendo, let the games begin. Vamo aê.


Hoje cedo, então, coloquei na ecobag o trigésimo primeiro volume de One Piece, aquela lindeza de mangá.



E só posso dizer que OP nunca me decepciona. Sempre saio feliz, satisfeita e saltitante da leitura de um voluminho novo.

Como disse, estou no volume 31, e a saga que estou acompanhando no momento, terá fim no volume 32 (brigada, gentes que acompanham meus vídeos de Quadrinhos & Mangás lá no canal ;)  ‘cêis são tudo lindo e vivem corrigindo com amor as groselhas que eu digo por lá <3 nbsp="">

Nesse volume a gente vai ficar sabendo o que aconteceu com o Norland, aquele cara que escreveu aquele diário de viagem a Skypiea, a idade no céu, que está com a turma do chapéu de Palha.
E. Que triste. Mas, bonito.

Li alguns capítulos antes da primeira aula começar. Outros no meu intervalo entre aulas, e terminei o volume entre a espera do ônibus e o trajeto.

Apesar de estar me coçando para saber como a saga termina (já tenho o volume 32 bem aqui, ó. Trouxe de SP até o volume 35, ou seja: não vai ser por falta de One Piece, esse mês.  ), não vou leva-lo para minha segunda jornada de trabalho, logo mais.
Vou levar o volume I da série Angélica – Marquesa dos Anjos, que eu comecei a ler na viagem de ônibus de SP para RJ no ú’timo domingo.



Estou lendo esses livros por livre e espontânea pressão de dona Camen, a mãe, que me torra a paciência desde que eu aprendi a ler, praticamente, para ler esses livros.

São, se não me engano, 15 volumes.

Mas ela só tinha até o volume 11, e achava que a estória acabava por aí.
Mas minha irmã, quando cedeu à leitura dessa série há uns dois anos, acho, descobriu que ainda tinha mais alguns volumes para completar a coleção da mãe.

(Segundo ela, essas continuações não são da mesma qualidade, podem ter sido escritas por um ghost writer, ‘sas coisas...)

Enfim, comecei a ler o primeiro livro, e... não é que é bom, mesmo?

É romanção, mesmo, pra quem gosta de romance histórico.

Conta a estória da protagonista, Angélica (dã), que até onde eu li, tem 15 anos e passou a adolescência num convento sendo educada. Parei a leitura no capítulo 10, no qual um irmão dela vai busca-la , porque conseguiram um casamento para ela.
Estamos falando do século XVII, na França. O pai tem o título de “barão”, mas mesmo assim, a vida para a família não era boa.
No início do livro, angélica é uma criança de 10 anos, que passa privações, por ataques de saqueadores e coisas do tipo.

Parei na página 139, quero ver se avanço um pouco nessa leitura até a noite.


23:00

Encerrando o dia de leituras com mais dois capítulos de Angélica. A coitada foi “vendida” pela família em casamento com um conde riquíssimo, porém – coxo.
Brás Cubas, é você? Lembrei da mocinha bonita, mas coxa, que ele conhece quando jovem. Mas não tem nada a ver, aqui a situação é aquela velha conhecida da sociedade paternalista: o pai precisava de dinheiros para manter o bom nome, o conde precisava de uma mulher bonita para se casar, é isso.
Mas, aparentemente o conde é legal. Só é coxo. E tem várias cicatrizes horrendas no rosto. E mexe com alquimia e tem fama de ser o demônio. Fora isso, tá tudo sussa, Angélica, relaxa.

Parei na página 180.

Amanhã, tem mais.


SALDÃO DO DIA:

1 mangá

40 páginas do Marquesa dos Anjos (três capítulos).
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